Bem-vindo ao Planeta openSUSE

Isto é um agregador de fontes de notícias que coleciona o que os contribuidores do openSUSE estão escrevendo em seus respectivos blogs.

Para ter seu blog adicionado a este agregador, por favor leia as instruções.


Quarta
24 de Dezembro de 2014


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Passei o resto do ano sem muito assunto p/ ter o que escrever aqui. Pelo menos algo que possa ser interessante p/ alguém.Uma das partes boas do ano é que conheci e consegui manter algum contato com pessoas da área. Sendo mais específica, com o Júlio de Lima, após um curso que ele ministrou no SEBRAE. Isso p/ mim é um puta avanço porque, por exemplo, na Python Brasil em Curitiba passei pelo evento


Sexta
26 de Setembro de 2014


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I wrote several months ago a little application called machPQ.py (I’ll open the code soon…) which calculates the active, reactive and also the apparent power in machine terminal’s over the time domain, for electromagnetic transients analysis. The files that this program have to crunch often have 1.E6 lines or more.



MANAUARA_PQFig. 1: All this work to generate this kind of images.


Due to those large files this application was taking long time to finish it’s calculations 1h-3h, hence I started to transcript it into a parallel paradigm using python as well.

The problem begins when I tried to benchmark the parallel version and compare with the single threaded one. The single threaded in some runs was being faster than the parallel version! That was driving me crazy! I don’t know why, but something told me that I should take a look at the processor state (my laptop is a Dell XPS 15 L502x with i7 processor).

And damn! I was right! With the turbo boost enabled [3] the computer running multiple threads got hotter faster and then slowed the clock speed, therefore being slower than the single thread version, or just slightly faster (depending on how hot the day was).

So, to disable the turbo boost, I used, from [1]:

# echo 1 > /sys/devices/system/cpu/intel_pstate/no_turbo

And then the magic happened! In this way, with the parallel version fighting in fair conditions with single thread version the expected results came up.

I’ll not do a long discussion over the data, but just to summarize:

  • When the code was running with turbo boost enable, the time needed to complete the simulation using the parallel version was only by 4.13 % smaller than the single threaded version (Simulation 1);
  • Now, with turbo boost disable, the non parallel version took 42.02 % more time time than the parallel version – Oh, yeah! – (Simulation 3);
  • Running the code into n-crap-vidia, with optimus [2], again, we got a nice speed up of 48.34 % (comparing the bigger time to the smaller) (Simulation 4);
  • The parallel code running directly into cpu (Simulation 3) took 2.61 % more time than into n-crap-vidia (Simulation 4). However, this mismatch is so small and I just performed a single simulation that it is not possible to verify any trend here;
  • The single thread version running with turbo boost enabled (Simulation 1) was 24.21 % faster than the single threaded version when turbo boost was disabled (Simulation 3);
  • The parallel version with turbo boost disabled (Simulation 3) was 8.77 % faster than the parallel version with turbo boost enabled (Simulation 1);

From the above analysis we can conclude:

  • This variable clock speed is a pain in the ass when doing benchmarks!!! Even disabling the turbo boost, the clock can also be reduced if the temperature is high;
  • As the major programs are still single threaded leaving the turbo boost enabled is a good idea;
  • For very demanding multiple process or multiple threaded programs

Sábado
03 de Maio de 2014


Isis Binder: Link

10:56 UTC

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Após 1 ano sem postar absolutamente nada, precisei "forçar" um pouco as coisas: - Tirei uma certificação (ISTQB CTFL); - Parei um pouco o desenvolvimento e estou me concentrando em criar um processo p/ a equipe de teste na empresa onde trabalho. A idéia é uniformizar o modus operandi e termos ferramentas e índices para não esquentarmos mais a cabeça com artefatos de qualidade questionável, como


Quarta
23 de Abril de 2014


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Para deixar o sua área de trabalho com openSUSE ainda mais bonita, que tal instalar o Conky que é um monitor do sistema leve e poderoso que pode mostrar várias informações sobre o seu computador.

O Conky está disponível no repositório Packman. Se você ainda não configurou seus repositórios abra o YAST e selecione Software e depois Gerenciamento de Repositórios. Em seguida selecione Adicionar Repositórios e depois selecione Repositórios da Comunidade. Uma lista de repositórios vai aparecer e, então escolha os que você deseja, principalmente o Packman que contém o Conky e muitos outros programas quase que essenciais.

Depois de atualizada a lista de repositórios, cliue no Yast em Gerencimento de Software. Faça a busca por Conky. Selecione e clique em instalar. O Conky é bem pequeno e instala rapidinho.

Para facilitar a configuração do  Conky vamos instalar o Conky-Mannager que até pouco tempo não existia em nenhum repositório (pelo menos que eu saiba), mas aque agora possui um repositório que facilita muito a nossa vida sem precisar fazer “gambiarra”com pacote .deb. Vamos lá…

Você pode instalar o novo repositório através do 1 Click Install, basta acessar esse link para configurar o repositório e instalar automaticamente: http://software.opensuse.org/download.html?project=home:DarkSS&package=conky-manager

Depois clique no botão com símbolo openSUSE.
imagem1
Na próxima página selecione a versão do openSUSE que está usando:

imagem2
É só esperar um pouquinho que o Conky-Mannager estará instalado em seu computador. Depois de instalado vá no seu Menu Iniciar  >> Utilitários >> Área de trabalho e clique em Conky Mannager.

Uma janela com o gerenciador do Conky vai abrir, basta agora você escolher um tema que mais lhe agrade. No meu caso eu gosto muito do Gotham que eu acho simples e bonito.

imagem3
Agora vamos ajustar a posição que o conky vai aparecer na tela e também configurá-lo para iniciar juntamente com o sistema para não precisarmos fazer toda vez que iniciamos a máquina. Clique em Edit e conforme a imagem posicionei o Conky aonde eu gosto, ou seja, na parte inferior esquerda da tela, mas isso pode variar conforme o gosto de cada um e também com o papel de parede, para ficar bem legal…rs.

imagem4
Agora clique em Options e selecione a caixa de seleção conforme imagem abaixo. Depois é só fechar e curtir sua área de trabalho. Adoro o Conky, pois acho que dá um charme a mais ao meu openSUSE. Veja como ficou:

imagem5
imagem6
Agora é com você. Escolha o seu tema preferido e configure-o a seu gosto. Espero ter ajudado. Um abraço!


Sábado
05 de Abril de 2014


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Para ficar registrado! Essa semana, quando estava implementado o cálculo dos parâmetros tranversais e longitudinais de linhas de transmissão para a disciplina Sobretensões Transitórias, precisei de uma biblioteca para usar com python que tivesse já disponíveis as funções de Bessel para números complexos.

Achei a biblioteca numérica de precisão arbitrária mpmath [1] [2], inclusive listei no Python Numeric Cook List, a qual continha as funções necessárias, mas infelizmente não estava disponível nos repositórios oficiais do openSUSE.

Depois de uma pesquisada encontrei o repositório extra-oficial openSUSE Science voltado para pacotes científicos. Página do OBS.

Então, para adicionar o repositório, como root:

zypper addrepo -r http://download.opensuse.org/repositories/science/openSUSE_13.1/ opensuse-science
zypper ref

Caso queira instalar a mpmath:

zypper install python-mpmath


Quarta
19 de Fevereiro de 2014


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Acessar seu smartphone via cabo usb utilizando o protoclo MTP às vezes pode ser uma dor de cabeça. Uso o openSUSE e às vezes o aparelho simplesmente é desconectado mesmo estando com o cabo usb plugado, ou seja é uma chatice só. Passei então a procurar um aplicativo no GooglePlay que pudesse me ajudar nesta tarefa. Encontrei o Samsung Kies (meu celular é um Samsung Trios) com um custo muito baixo (quase R$4,00) e também encontrei um outro aplicativo que me chamou a atenção que foi o Air Droid.

Com o Air Droid instalado, basta eu me conectar na mesma rede wifi que meu smartphone estiver conectado e autorizar a conexão no meu celuar, ou seja, quando inicio o Air Droid ele acessa a rede wifi e me informa um endereço na rede ex: 192.168.1.20:888, então, basta acessar este endereço no meu navegador preferido em meu notebook. Ao acessar este endereço aparece no celular a mensagem de uma conexão que está sendo feita e a pergunta se eu autorizo. Depois de autorizar, consigo acessar todas as funções do meu celular via navegador.

Depois de estabelecida a conexão, eu consigo acessar a lista de contatos, fotos, arquivos, ver e gravar vídeos, músicas, transferir arquivos, efetuar ligações, instalar e remover aplicativos, enviar e gerenciar mensagens SMS e o melhor de tudo sem o maldito cabo USB.

Veja uma imagem da tela:

android

Você pode configurar o nível de segurança do aplicativo, por exemplo, você pode escolher se deve ser dada permissão ou se a conexão entre computador e smartphone pode acontecer sem que haja essa necessidade. Claro que recomendo que seja necessário autorizar o acesso. Já pensou qualquer pessoa poder acessar seu smartphone ??

Resumindo… achei muito interessante e funcional este aplicativo. Remendo com louvores.

Se estiver interessado em baixar ou saber mais sobre o aplicativo acesse esta página:
https://play.google.com/store/apps/details?id=com.sand.airdroid&hl=pt_BR


Terça
11 de Fevereiro de 2014


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Quando a gente vai ficando grandinho, só quer que o computador funcione. Especialmente naqueles dias nós precisamos entregar/apresentar um trabalho importante. Portanto, fazer um upgrade do sistema nem sempre é uma boa ideia perto dessas datas.

security-patches

Uma boa saída no openSUSE é aplicar somente as correções de segurança da base do sistema, deixando para uma época mais tranquila, o update dos demais aplicativos.

Pensando nisso, listei abaixo, fuçado de [1] e [2], os comandos para identificar todos os patches e instalar somente aqueles que são realmente cruciais para o sistema:

Listar todos os patches:

zypper list-patches

Listar somente os patches de segurança:

zypper list-patches –category security

Instalar todos os patches:

zypper patch

Instalar somente os patches de segurança:

zypper patch –category security

Fonte:
[1] – http://forums.opensuse.org/showthread.php/495293-Install-only-the-security-updates
[2] – Manpages do zypper


Terça
01 de Outubro de 2013


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These days I’m trying to use python+numpy+scipy to solve some academic problems, and when I tried to import pylab module I got those errors:

In [63]: import pylab
—————————————————————————
ImportError Traceback (most recent call last)
in ()
—-> 1 import pylab

/usr/lib64/python2.7/site-packages/pylab.py in ()
—-> 1 from matplotlib.pylab import *
2 import matplotlib.pylab
3 __doc__ = matplotlib.pylab.__doc__

/usr/lib64/python2.7/site-packages/matplotlib/pylab.py in ()
263 from numpy.linalg import *
264
–> 265 from matplotlib.pyplot import *
266
267 # provide the recommended module abbrevs in the pylab namespace

/usr/lib64/python2.7/site-packages/matplotlib/pyplot.py in ()
95
96 from matplotlib.backends import pylab_setup
—> 97 _backend_mod, new_figure_manager, draw_if_interactive, _show = pylab_setup()
98
99 @docstring.copy_dedent(Artist.findobj)

/usr/lib64/python2.7/site-packages/matplotlib/backends/__init__.pyc in pylab_setup()
23 backend_name = ‘matplotlib.backends.%s’%backend_name.lower()
24 backend_mod = __import__(backend_name,
—> 25 globals(),locals(),[backend_name])
26
27 # Things we pull in from all backends

ImportError: No module named backend_tkagg

After a few web search it was solved installing the package python-matplotlib-tk.

In openSUSE it means, as root:

zypper install python-matplotlib-tk

Reference: http://forums.opensuse.org/english/other-forums/development/programming-scripting/416182-python-matplolib.html


Quarta
28 de Agosto de 2013


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Minha área de trabalho..acho que ficou legal…
Tipo assim: openSUSE 12.3, KDE 4.10.5, Conky, (monitor do sist.), Yawp (widget para o clima), Cupertino glowglass e Neon Fruit (decoração de janelas e área de trabalho)., papel de pared (achei na net…)

print-desktop


Terça
13 de Agosto de 2013


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Quando ouvi as notícias de que a versão 1.5 do Django suportaria modelos personalizados p/ os usuários, resolvi experimentar, mas tive alguns problemas com unicode e chaves estrangeiras na hora de gerar o superuser. Então voltei pro Django 1.4, mas tinha que criar a tabela de perfil com dados extras (aparentemente, o método get_profile irá sumir nas versões futuras do Django) e alguns


Sexta
07 de Junho de 2013


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official-logo-color

Mês passado, dia 9/05/11, a Canonical encerrou o suporte ao Ubuntu 11.10, tentei fazer o upgrade-release para a versão 12.04 e não fui bem sucedido. Fiz uma instalação limpa do 13.04 e alguns bugs me pegaram. Apesar de gostar muito do Ubuntu, estou um pouco cansado, e o Unity está numa derivada muito lenta. Resolvi testar o openSUSE 12.3, como já havia mencionado no twitter.

Já havia testado openSUSE há alguns anos e gostei muito na época. E dessa vez não foi diferente. Essa distro se mostrou muito bem polida e rápida. Há anos não testava também o KDE, que nessa versão 4 está muito bonito e utilizável. Depois de algum tempo trabalhando com o Unity, tinha até esquecido como um desktop pode ser configurável. Wow! Zilhões de opções de customização.

Mas nem tudo são flores. O openSUSE se mostrou um ótimo sistema para quem já tem um certo conhecimento do Linux e quer abreviar algumas configurações. Entretanto, diversos tweaks fizeram-se necessários para que o sistema ficasse devidamente utilizável nos meus padrões e me ajudasse a cumprir minhas tarefas diárias.

Como o meu intuito nesse post não é descrever todos os tweaks que fiz de maneira detalhada, vou listar todos os links que me informaram em como fazer o que eu queria/necessitava e alguns macetes para quem vem do Debian e seus derivados. Vou atualizar essa lista a medida em que for encontrando novas informações interessantes.

-> Tweaks/Macetes/Documentações:

openSUSE 10.3 survival guide or what a Debian hacker should know when using openSUSE

Unofficial Guide to openSUSE 12.3

SUN Java no OpenSUSE

build-essentials do debian/ubuntu e o pattern do openSUSE

Outra tabela de conversão de comandos entre os gerenciadores de pacotes (praticamente todos)

Instalar versões mais novas do kernel

Chapter 12. Installing Multiple Kernel Versions

Resolver o problema de acentuação (ç) no kde para teclados americanos. Basicamente configurar para utilizar mapa US International WITH Dead keys e fazer altgr + , para ç

Para usuários com teclado com mapa US Internacional e querem os acentos também no console, executem como root:

# cd /usr/share/kbd/keymaps/i386/qwerty/
# gzip –decompress br-latin1-us.map.gz
# loadkeys br-latin1-us.map
# echo “loadkeys /usr/share/kbd/keymaps/i386/qwerty/br-latin1-us.map” >> /etc/init.d/boot.local

Instalar o skype no openSUSE 12.3

Instalação do Bumbleblee (Suporte não oficial ao optimus da NVIDIA) – Testado e aprovado! -> Com a placa de vídeo NVIDIA desabilitada, o notebook passou a operar uns 10 graus celsius mais frio.

Desabilitar a opção de mostrar todas as janelas quando o mouse estiver no canto superior esquerdo no KDE.

ActiveDoc is a collection of books, articles, howtos, and FAQs around SUSE products. – Excelente fonte de documentação do openSUSE!


Quinta
02 de Maio de 2013


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Minha preferência por Python e Django não é segredo p/ ninguém que me conheça. Como não me sinto muito à vontade fazendo o trabalho pesado de um designer, resolvi aproveitar os recursos do Django admin e mexer nele p/ ver até onde uma pessoa minimamente curiosa que não usa o framework profissionalmente consegue ir. A aplicação escolhida é um gerenciador de projetos, quase como aqueles trabalhos


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Terminado o cadastro de produtos, resolvi criar um cadastro de requisitos. Não tenho como colar um modelo de banco de dados aqui, então vamos adaptar. O requisito será pela versão do projeto; Cada requisito terá um tipo. Os campos, a princípio são esses: TIPO_REQUISITO (id, tipo, descrição) REQUISITO (id,id_versão_projeto, id_tipo_requisito, código, título, descrição) Id_versão_projeto e


Terça
23 de Abril de 2013


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Aqui vai um comando muito interessante que encontrei no Fórum do blog Ubuntued para facilitar na limpeza de kernels antigos. Estre procedimento limpade forma automática os kernels antigos deixando apenas o atual. Não esqueça de ter a certeza de que o kernel atual está funcionando bem em sua máquia. Faça por sua conta e risco, mas comigo funcionou numa boa… Basta copiar o comando abaixo e colar no seu terminal:

dpkg -l ‘linux-*’ | sed ‘/^ii/!d;/'”$(uname -r | sed “s/\(.*\)-\([^0-9]\+\)/\1/”)”‘/d;s/^[^ ]* [^ ]* \([^ ]*\).*/\1/;/[0-9]/!d’ | xargs sudo apt-get -y purge

 

 

 


Sexta
22 de Março de 2013


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Estava usando em meu notebook, um Toshiba com 2,5GB, duo core, 1,73mHz o openSUSE 12.2 com KDE 4.10 que estava excelente em minha máquina. Assim que foi lançado o openSUSE 12.3 imediatamente baixei o .iso do DVD e instalei.

A instalação foi super tranquila como sempre, mas fiquei mesmo impressionado foi com o resultado final do sistema. Fiz a instalação da versão 12.3 preservando a partição /home. Ao concluir a instalação, fui apresentado à mais belas das distribuições (na minha opinião). Um sistema impecável no visual e no desemprenho.

Até agora não tenho d que reclamar , pois tudo está funcionando perfeitamente. Como não formatei a partição /home, todas as minhas configurações foram recuperadas sem nenhuma surpresa, até mesmo o Microsoft Office 2007 (apresar de também utilizar o OpenOffice, ainda acho o MS o melhor pacote Office) que rodo via wine estava funcionando numa boa.

Outra ótima surpresa foi com o gerenciamento de pacotes via Yast e Apper. Na versão anterior a atualização de do banco de dados de pacotes e atualizações  demorava quase 5 min para ser efetuada, agora na versão openSUSE 12.3 isto é feito em poucos segundos. A velocidade para que o Yast/ Apper baixe os pacotes também melhorou absurdamente.

Até agora não tive nenhum travamento do sistema ou de algum programa. Está tudo rodando muito bem. A temperautra do notebook está super baixa, mas a velocidade está alta! O KDE para o openSUSE cai como uma luva. É a melhor integração disto/KDE que já vi.

Segue a lista de alguns programas que estão instalados e funcionando 1000%: googleearth, skype, clementine, flash, k3b, acetoneiso. qbttorrent, filezilla, geany, lucky backup, chromium, firefox, vlc, amule, inkscape, gimp, microsoft office 2007 (wine), Ares (wine), partitionmannager, devede, daftsight (similar ao autocad).LOGOConfort (software de automação do clp LOGO! da Siemens – versào Linux!!!)  e outros.

Se você busca por uma distribuicão Linux, bonita, estável com ótima integração com o KDE 4.10, com milhares de pacotes, com uma comunidade ativa, fica a dica: openSUSE 12.3.

Abaixo a imagem da minha área de trabalho.opensuse_12.3

opensuse_12.3

opensuse_12.3

 


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Oi pessoALL!

Estou deixando aqui um arquivo resumo para que os interessados possam estudar um pouco mais sobre operações com potências. Este artigo visa ajudar aqueles que estou com dúvidas e também aqueles que precisam se lembrar  Estas regras vão nos ajudar bastante em nossos estudos sobre eletricidade. Um abraço e espero ter ajudado

Clique aqui para baixar o arquivo


Quarta
13 de Março de 2013


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O que o Qt 5, Linux 3.8 e LibreOffice possuem têm em comum? Eles não foram liberados a tempo de serem incluídos na nossa distribuição mais recente e estável, openSUSE 12.3. Mas não se preocupe: o poder do Open Build Service vem para o resgate! O rebanho de quase 35 mil Geekos trabalhando no Open Build Service cria uma grande variedade de pacotes para o openSUSE 12.3 e vamos destacar alguns desses neste artigo.


openSUSE 12.3

Mas, primeiro, vamos falar sobre o openSUSE 12.3. Em 20 de dezembro do ano passado, o "Factory" ​​nossa árvore de desenvolvimento, que continha o software mais recente e estável que tinha para oferecer naquele momento, entrou em 'Congelamento de Estabilização ". O objetivo deste congelamento é garantir que as coisas parem de destruir e que se iniciem os respectivos testes, ou seja, a partir de agora, adicionar novas versões dos principais softwares no openSUSE não é permitido sem uma razão fundamental para que esta versão principal a 12.3, seja tão estável, ou mais, como a anterior. As equipes de tradução começam a trabalhar neste momento também. O objetivo de tudo isso é para se certificar de que todo o software colabore corretamente entre si e sejam estáveis. Sem isso, não poderiamos dar-lhe o estável burro de carga que é openSUSE 12.3! Para a maioria dos usuários, o openSUSE 12.3 é um grande produto a oferecer exatamente o que eles precisam: uma ferramenta incrível para começar o trabalho. Estável e confiável, como tudo que você espera de nós.


E você não quer estabilidade?

Mas, às vezes, você precisa de um pacote ou aplicativo mais recente do que o que o que saiu na distribicao. Talvez porque você leu sobre algo legal como kscreen no KDE Planeta e quer experimentá-lo. Ou porque você gostaria de ajudar a testar a nova versão do GNOME. Ou o seu aplicativo favorito é um alvo em movimento continuo sem versão estável para ser incluído. Ou você ama viver no limite, apenas por diversão ...


Você pode fazer isso no openSUSE, mas como o tio do Homem-Aranha disse: "Com grande poder vem grande responsabilidade". As versões estáveis do openSUSE são exaustivamente testadas para ter certeza de que tudo funciona bem e que você não vai encontrar surpresas desagradáveis. Mas os pacotes que você instalar a partir de outras fontes irá joga-lo em um território desconhecido onde os pacotes podem ou não funcionar bem juntos. Nosso zypper, o gerenciador de pacotes e do Open Build Service é utilizado para construir pacotes e provavelmente oferecer o melhor da plataforma disponível, garantindo estabilidade mesmo no caso de ter muitas fontes diferentes - o usuário openSUSE médio tem mais de 10 repositórios. E os riscos podem ser gerenciados. Mas você não pode


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A nova versão do openSUSE, foi lançado hoje, então vamos dar uma olhada em alguns dos novos recursos que você encontrará pela frente. Desta vez, vamos nos concentrar nas características para servidores de bancos de dados, virtualização e pacotes OpenStack.


Bases de dados

O openSUSE 12.3 inclui as mais recentes e estáveis versões ​​da maioria dos populares bancos de dados. Temos PostgreSQL, Oracle MySQL, MariaDB e um pouco mais.

Para o PostgreSQL, estamos com a versão 9.2, que vem com algumas características interessantes e, especialmente, com algo para tornar o desenvolvimento web ainda mais fácil - suporte básico JSON. Ele tem um tipo de dados JSON que irá validar se os dados inseridos são em de fato JSON válidos e armazená-lo. Então você não tem que validá-lo antes de guardar, embora você pode querer analisá-lo e armazená-lo em diferentes colunas / tabelas de acordo com a semântica. A parte mais interessante do que o próprio banco de dados é que agora é possível responder às suas consultas usando JSON. No momento não é possível usar JSON para gravar dados estruturados (além de armazenar tudo em um celula), mas soluções existem estão na área e nós temos algo para trazer em versões futuras.

Para o Oracle MySQL e MariaDB ver muito poucas mudanças nesta versão, uma vez que apenas receberam pequenas atualizações, correções de erros em suas respectivas versões. Um pouco mais de notícias é que MariaDB assumiu o lugar da implementação por padrão substituindo o MySQL no openSUSE 12.3. Tudo é compilado com ele e o M em LAMP agora significa MariaDB. Você ainda pode usar o MySQL da Oracle, mas as pessoas têm muitos cookies para o MariaDB!


Virtualização

Servidores hoje em dia não são apenas para bancos de dados, mas também para virtualização. Tudo está fora e atingindo as alturas com as nuvens. E openSUSE vem com o mais recente software de virtualização para ajudar a gerenciar isso e criar seus próprios grupos virtualizados.

Boxes

openSUSE 12.3 inclui uma versão de produção do Gnome Boxes, que é uma nova forma de fiscalizar suas máquinas virtuais. Ele é bem integrado no Gnome Shell, pode se conectar a locais e remotos com o libvirt, e além de permitir o acesso a qualquer uma dessas máquinas, fornece uma boa visão geral, onde é possível ver miniaturas ao vivo de todas as suas máquinas virtuais para identificar facilmente o que precisa sua atenção.

OpenStack

Foram incluídos os pacotes do OpenStack no openSUSE pela primeira vez em 12.2, e agora estamos indo para lançar sua mais recente versão chamada Folsom. O OpenStack é uma solução completa que irá permitir que você construa o seu próprio cluster de virtualização


Terça
12 de Março de 2013


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Preview I: openSUSE 12.3 para usuários de Desktop


Em poucas horas, o openSUSE 12.3 estará em sua porta. Ou melhor, disponibilizado atraves de nossos servidores, pronto para uso. Se você está curioso para saber o que está por vir, este primeiro preview é para você! Vamos falar sobre o que há de novo na área de trabalho: GNOME, KDE, XFCE e Enlightment, bem como suas respectivas aplicações. Divirta-se!

 

 Os desktops

Vamos começar com os desktops. O openSUSE é única entre as principais distribuições de Linux a entregar todos os principais ambientes de Desktop em pé de igualdade: oficialmente desenvolvido e suportado. Estes ambientes incluem o GNOME Shell, KDE Plasma, Xfce, LXDE e do novíssimo E17. Vamos passar por cima de algumas características destes desktops!


GNOME Shell 3.6

GNOME Shell, ainda um projeto bastante novo e fresco da comunidade GNOME, está em sua quarta encarnação. Dois anos depois de sua primeira aparição este desktop ainda desperta alguma controvérsia, mas para muitos usuários, o GNOME Shell tornou-se seu cavalo de batalha para as tarefas do dia-a-dia.

 

Apresentando as extensões

Em grande parte, isso é devido à decisão da equipe GNOME Shell de criar um sistema baseado em extensões, muito semelhante ao Firefox. Enquanto o seu autor não está totalmente convencido devido a más experiências com incompatibilidade, esta solução para as necessidades inevitavelmente divergentes de diferentes pessoas é suficiente para casos de uso mais básico. Ele permitiu que os projetistas do GNOME Shell mantivessem a interface de usuário muito limpa e eficiente, enquanto a escolha de Javascript para o desenvolvimento do Shell (e, portanto, extensões) dimuniem a barreira para os desenvolvedores de extensão. O fato é que este modelo tem sido tão bem sucedido que há mais de 300 extensões no site de extensões do GNOME! A equipe do GNOME decidiu elevar a linguagem de desenvolvimento do Javascript para o GNOME e, enquanto alguns têm quibs sobre a escolha específica, ele se encaixa perfeitamente com o direcionamento da indústria definida para Web e outros kits de ferramentas.

Como extensões podem alterar qualquer tipo de comportamento do Shell, os designers do GNOME optaram por construir um shell padrão bastante estático, otimizando para um padrão de trabalho que eles vêem como eficaz. Isso vai levar algum tempo para se acostumar, ou procurar (ou escrever) extensões para mudar certos comportamentos para deixa-lo ao seu gosto. Mas isso é compensado pela notável atenção para a criação de fluxos de trabalho fáceis e suaves para uma variedade de ações comuns. Sendo otimizado para uso casual, logo possui suas vantagens!


Bem-vindo ao GNOME Shell!

Vamos examinar então a primeira experiência com o GNOME Shell. Você provavelmente vai querer fazer uma conexão de rede, no caso de você não ter cabo ligado. Clique no ícone de rede sem fio no canto superior


Sábado
02 de Fevereiro de 2013


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Oi pessoALL!

Se você instalou o openSUSE 12.2 mas está sem permissão para escrever em sua partição NTFS (Seu windows XP, 7, etc.) essa dica pode te ajudar.

O que se deve fazer é editar o arquivo fstb que fica em /etc/fstab. Como root você pode abrir seu editor de texto preferido, eu uso o Geany. Não esqueça de fazer um backup deste arquivo por via de dúvidas…

No meu caso o conteúdo do fstb estava assim:

/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part5 swap                 swap       defaults              0 0
/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part6 /                    ext4       acl,user_xattr        1 1
/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part7 /home                ext4       acl,user_xattr        1 2
/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part1 /windows             ntfs-3g    user,users,gid=users,fmask=133,dmask=022,locale=pt_BR.UTF-8 0 0
proc                 /proc                proc       defaults              0 0
sysfs                /sys                 sysfs      noauto                0 0
debugfs              /sys/kernel/debug    debugfs    noauto                0 0
usbfs                /proc/bus/usb        usbfs      noauto                0 0
devpts               /dev/pts             devpts     mode=0620,gid=5       0 0

Então altere a linha que corresponde a partição NTFS:
/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part1 /windows             ntfs-3g    user,users,gid=users,fmask=133,dmask=022,locale=pt_BR.UTF-8 0 0

Para:
/dev/disk/by-id/ata-Hitachi_HTS541612J9SA00_SB2D04E4C2VTBE-part1 /windows             ntfs-3g    defaults,locale=pt_BR.UTF-8 0 0

Feito isto, salve o arquivo e reinicie o computador. Após reiniciar você já deve poder ler/escrever em sua partição NTFS.

Espero ter ajudado. Fiquem com Deus!

 


Domingo
18 de Novembro de 2012


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Quem já precisou recortar uma imagem no OpenOffice sabe que não é tão simples como no micro$oft office. Por exemplo, se você está usando o Impress (editor de apresentação), é necessário clicar no Menu >> Formato >> recortar imagem e, então, na janela que abrirá, você deve ir clicando ou digitando os valores para que o corte da imagem possa ir sendo feito. Não é coisa de outro mundo, mas para um iniciante no OpenOffice isso pode ser uma dor de cabeça, já que no concorrente é muito simples (não preciso descrever aqui ….)..rs

Para facilitar esta tarefa, existe uma extensão para o OpenOffice que é a CropOOo, que nos permite trabalhar como no concorrente… ela instala uma barra de ferramentas que te permite clicar na imagem e ir selecionando com o mouse a área a ser cortada. Uma vez que selecionou a área basta apertar a tecla ENTER que a imagem é cortada.

Abaixo uma imagem da ferramenta na minha barra de tarefas. Espero ter ajudado. um abraço!

recorte de imagens


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Oi pessoALL! tudo bem? estou “meio sumido” devido estar trabalhando em muito projetos e, por isso, acabei tendo pouco tempo para escrever no blog.

Devido alguns problemas de compatibilidade com a suíte de escritório LibreOffice om alguns documento do Micro$oft Office, resolvi experimentar o OpenOffice. Pesquisei um pouco sobre comentários de outras pessoas e resolvi tirar o LibreOffice que é padrão no Linux Mint 13 e instalei o OpenOffice na versão 3.4.1.

A suíte de escritório Apache Openoffice é uma boa opção para uso no lugar da suite office da Microsoft. ela conta com muitos recursos para texto, planilhas, apresentações, desenhos e apossui até um editor de fórmulas matemáticas.

Através do Synaptic (gerenciador de pacotes) a versão disponível é a 3.3.0, mas, como eu gosto muito de ter as versòes mais atuais, eu resolvi baixar direto da página do desenvolvedor: http://www.openoffice.org/download/

Neste link você baixa a versão em português-brasil e abaixo descrevo como proceder para instalar esta versão que é muito simples.

Antes de tudo recomendo que remova o LibreOffice, pois quando tentei instalar o Open junto com o Libre tive alguns problemas e somente o Libre abria. Então com o libre removido….

  1. Reveja os Requisitos de Sistema
  2. Baixe a sua versão favorita de Linux Apache OpenOffice
  3. Comente informações úteis e opções de instalação no Guia de instalação. (este não é um passo obrigatório, pode pular e fazer depois..)
  4. Descompacte a imagem baixada para preparar a instalação.
    O seguinte comando deve funcionar: tar -xvzf "linux package name".tar.gz
    onde “linux nome do pacote” é a parte inicial do arquivo que você acabou de baixar.Isso irá criar um diretório de instalação (pt-BR).
    O nome do diretório de instalação será provavelmente a abreviação do idioma para o conjunto de instalação, por exemplo, en-US.
  5. su para root, se necessário, e navegar para Apache diretório de instalação do OpenOffice (o arquivo descompactado).
    Você provavelmente vai precisar ser root para executar o comando rpm para instalar o software.
  6. cd para os RPMS subdiretório do diretório de instalação.
    Você deverá ver um monte de rpms aqui e um sub-diretório chamado “desktop-integração”.
  7. Instalar esta nova versão, digitando rpm -Uvih *rpm .
    Por padrão, isso irá instalar / atualizar Apache OpenOffice em sua /opt diretório.Alternativamente, você pode usar um pacote de instalação GUI, referência ao diretório de instalação e instalar todos os rpms no nível superior. Isso também pode ajudá-lo na determinação quaisquer problemas de dependência, se existirem.
  8. Instale os recursos de integração de desktop para sua configuração.
    cd para desktop-integration no diretório de instalação,
    e, dependendo do seu gerenciador de pacotes / sistema, instale a interface do desktop apropriado usando RPM.
  9. Finalmente, inicie o Apache OpenOffice

Sábado
17 de Novembro de 2012


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Os mais conhecidos:



Primeiro:


Plano Nacional de Banda Larga (PNBL)

O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) visa oferecer uma definição de banda larga que não se baseie em um valor numérico, mas que reflita a constante necessidade da infraestrutura de telecomunicações ser capaz de suprir a cesta de serviços e aplicações que dela se utilizam, de forma a tornar possível à sociedade ter acesso a internet do futuro. A meta para que as operadoras participem é oferecer conexão à internet na velocidade de 1 Mbps por R$35 mensais nos estados onde não houve redução de ICMS para o serviço. Onde houve a redução custará R$28,90. Em compensação, as telecoms serão autorizadas a entrarem no mercado de tv por assinatura.


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Plano_Nacional_de_Banda_Larga




Segundo:


Democratização da internet

Banda largaA UENF é uma das instituições do país a participar das campanhas "Banda larga é um direito seu" e "Democratização das comunicações".
Para saber mais, leia os textos abaixo:
Crítica ao novo rumo dado às políticas publicas de banda larga
Relatório da Proteste sobre irregularidades nas concessões de Telecom
Nova_imagem.JPGTexto base que saiu das plenárias do Rio de Janeiro sobre a democratização das comunicações
Veja ainda o vídeo sobre o debate na Câmara dos Deputados acerca do novo marco regulatório das telecomunicações
Email para adesão à campanha "Banda larga é um direito seu": campanhabandalarga@gmail.com
Email para adesão à campanha "Democratização das comunicações": frentecom@gmail.com

Fonte: http://www.uenf.br/




Terceiro:

Para que o Brasil tenha uma Internet Banda Larga melhor:

FCC: menos de 4 mbps não é banda larga (nos EUA)








Quarto:













Redes: PTTMetro Brasil, RNP, RedeRio, UFRJ, UERJ, IFRJ, IFF, UFF, UENF, entre outros.











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Sábado
10 de Novembro de 2012


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Quinta
25 de Outubro de 2012


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A televisão interativa (também conhecida como a ITV ou iTV) descreve uma série de técnicas que permitem que os telespectadores interajam com o conteúdo da televisão como visualizá-lo.
Para permitir a interatividade, televisores digitais (HDTV) e conversores digitais (Set-Top-Box) devem dispor de capacidade para receber as aplicações e executá-las. No sistema brasileiro de televisão digital aberta, o SBTVD, os recursos de interatividade são definidos pelo padrão Ginga (middleware).
No Brasil os televisores e conversores digitais preparados para a interatividade deverão receber o selo DTVi.


Mais informações:


Sobre a TV Digital (HDTV): http://dtv.org.br/index.php/sobre-a-tv-digital/vantagens-da-tv-digital/



Sobre o DTVi: http://www.dtv.org.br/index.php/informacoes-tecnicas/interatividade-dtvi/


TV interativa: http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Interativa


DTV: http://www.dtv.org.br/


Fórum SBTVD: http://forumsbtvd.org.br/




Diferenças básicas entre as siglas DTV (sem a letra “i” no final) e o DTVi (com a letra “i” no final):




A sigla DTV (sem a letra “i” no final):


Quer dizer que a TV é digital (HDTV), mais não possui a letra “i” no final, em vermelho, a letra “i” no final, em vermelho, que dizer que não possui interatividade.


Resumindo: Os televisores digitais e conversores digitais, que possuem o selo com a sigla: DTV, suportam a TV digital (HDTV), mais não possuem interatividade.




A sigla DTVi (com a letra “i” no final):


Quer dizer que a TV é digital (HDTV), mais possui a letra “i” no final, em vermelho, a letra “i” no final, em vermelho, que dizer que possui interatividade.


Resumindo: Os televisores digitais e conversores digitais, que possuem o selo com a sigla: DTVi, suportam a TV digital (HDTV), mais possuem interatividade.


O DTVi é como se fosse uma TV por assinatura (paga), como a SKY HDTV, ou a Century MidiaBox SHD7100, pois possui HDTV e também possui a interatividade, mais a diferença é que a SKY HDTV você paga uma mensalidade, a Century MidiaBox SHD7050 você paga uma vez só, já o DTVi é de graça.


Quando for compra um televisor digital (HDTV) ou conversor digital (Set-Top-Box) agora, só compre se tiver o selo com a sigla DTVi:











Neste vídeo da Philips, é apresentado alguns recursos do DTVi:










O DTVi tem os recursos de Audiodescrição e Closed caption.



O DTVi também está presente em alguns celulares, veja o caso da Nokia: http://www.indt.org/projects/avancos-nas-pesquisas-relacionadas-a-plataforma-de-interatividade-ginga/






O futuro da televisão é o 3D que não tem necessidade de utilização dos óculos especiais, também conhecido como: Autostereoscopy, comercialmente conhecido como Auto 3D.


Um exemplo de Autostereoscopic 3D, que já está sendo comercializado pela Philips nos EUA:

http://www.usa.philips.com/c/professional-products/140-cm-55-inch-autostereoscopic-3d-full-hd-bdl5571vs_00/prd/en/





A Philips no Brasil (http://www.philips.com.br/c/cinema-21-9/17312/cat/), poderia lançar TVs com o com o melhor de todas as tecnologias da Philips Amsterdam (http://www.philips.nl/c/televisie


Sábado
20 de Outubro de 2012


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No meu mais novo projeto (que provavelmente não vai sair do meu PC), precisei testar o carregamento paginado de dados de usuários, p/ ver como ficava a interface. O problema: não tenho muita paciência p/ ficar criando fixtures em YAML ou JSON, então baixei o pacote django_dynamic_fixture p/ gerar os dados aleatoriamente. Na Python Brasil em 2010 comprei o livro do Osvaldo Santana sobre Python e


Quarta
10 de Outubro de 2012


Marcelo Segura: Link

11:54 UTC

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Quinta
20 de Setembro de 2012


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Na falta do que fazer, resolvi entender como funciona o Django admin. Como os desenvolvedores daqui reclamam do aplicativo que foi construído pela equipe p/ gerenciar os produtos e os bugs (na minha cabeça isso é uma tentativa de justificar os erros que a gente encontra no que eles desenvolvem), resolvi tentar fazer uma versão em Django. Como isso não é pra ser usado, então não tenho pressa.  E


Quinta
06 de Setembro de 2012


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Após um atraso de dois meses, o openSUSE Project já anunciou versão 12.2 de sua distribuição Linux. O último grande lançamento do openSUSE é baseado no kernel 3.4 e oferece aos usuários duas opções de ambientes desktop, que pode ser o GNOME 3.4.2 ou o KDE 4.8.4. Na versão 12.1 do openSUSE, o KDE é o ambiente selecionado por padrão. Graças às melhorias no kernel e à uma atualização para o systemd (versão 44), os desenvolvedores do openSUSE dizem que agora ele inicia e executa mais rápido do que antes, enquanto o uso da biblioteca glibc 2.15 melhora o desempenho de muitas funções, especialmente em sistemas de 64 bits.




Versão 12.2 do openSUSE está disponível ao público, trazendo vários aplicativos novos e outros devidamente atualizados


Outras mudanças under-the-hood incluem a alteração para usar a versão 2.00 do gerenciador de boot GRUB e a mudança para um Plymouth-based relacionado ao processo de start-up. A nova versão do openSUSE traz também pacotes novos e atualizados que incluem a suíte LibreOffice 3.5, editor GIMP 2.8, a versão 2.4 do aplicativo de edição de imagem Krita, Inkscape 0.48.3.1, a versão 2.5 do media player Amarok, o compilador GCC 4.7.1, X.org 1,12, Qt 4.8.1 e o Firefox 14,0 0,1 (os desenvolvedores observam que usuários serão atualizados para a versão 15). Os navegadores Chrome e Rekonq, o programa de editoração Scribus e o leitor de música Tomahawk estão entre os outros aplicativos incluídos.









Saiba Mais:

[1] Heise On-line http://www.h-online.com/open/news/it...0-1699225.html



Fonte: http://under-linux.org/opensuse-12-2-chega-com-linux-3-4-e-grub-5239/



 Mais informações: http://en.opensuse.org/Portal:12.2





Faça o download gratuito: http://software.opensuse.org/


ou


Compre o DVD no shop do openSUSE Linux: http://shop.opensuse.org/







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