Bem-vindo ao Planeta openSUSE

Isto é um agregador de fontes de notícias que coleciona o que os contribuidores do openSUSE estão escrevendo em seus respectivos blogs.

Para ter seu blog adicionado a este agregador, por favor leia as instruções.


Quinta
28 de Julho de 2016


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Editor de legendas para Linux? Instale o Gaupol
Procurando um editor de legendas para Linux para criar ou consertar arquivos desse tipo? Então instale e experimente a ferramenta Gaupol.

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Como instalar a ferramenta de captura de tela HotShots no Linux

Procurando uma boa ferramenta de ferramenta de captura de tela? Então veja aqui como instalar o HotShots no Linux.

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Como instalar a versão mais recente do VirtualBox no Linux

Se você usa o virtualizador desktop da Oracle e quer estar sempre com as últimas funcionalidades a sua disposição, veja nesse tutorial como instalar a versão mais recente do VirtualBox no Linux.

Leia o restante do texto "Como instalar a versão mais recente do VirtualBox no Linux"

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Terça
26 de Julho de 2016


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Como instalar a versão mais recente do Lightworks no Linux

Precisando a instalar a versão mais recente do Lightworks no Linux? Siga os passos desse tutorial e veja como fazer isso.

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Segunda
25 de Julho de 2016


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Como instalar o Carnê Leão no Linux manualmente
Se você está com dificuldade para instalar o Carnê Leão no Linux, veja como fazer isso de um jeito simples, prático e que funciona em qualquer distribuição Linux.

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Como instalar o editor de vídeo Shotcut no Linux manualmente

Foi lançada recentemente mais uma versão de um dos melhores editores de vídeo para Linux. Se você quiser experimentar, veja a seguir como instalar o editor de vídeo Shotcut no Linux manualmente.

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Quinta
21 de Julho de 2016


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Como instalar o Adobe Flash Player no Linux manualmente

Se você instalou o uma distribuição Linux e na hora de navegar, ficou faltando o Adobe Flash para poder acessar algumas páginas, veja aqui como instalar esse plugin, independente de qual seja o Linux usado.

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Como instalar a versão mais recente do Opera no Linux

Foi lançada mais uma versão do Opera estável e de desenvolvimento para Linux. Se você quiser instalar o Opera no Linux Ubuntu, Debian, Fedora e sistemas derivados, veja aqui como fazer.

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Java no Linux manualmente: veja como Instalar

Java é uma linguagem e ao mesmo tempo uma plataforma importante. No Linux, cada distribuição tem seu modo de fornecer o Java e para dar aos usuários um método que funcione na maioria delas, hoje mostrarei como instalar Java no Linux manualmente (nesse caso o Java da Oracle).

Leia o restante do texto "Java no Linux: veja como Instalar manualmente"

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Segunda
04 de Julho de 2016


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O sistema operacional convergente tornou-se realidade com excelente desempenho em celulares Android. O projeto MaruOS (um verdadeiro Linux de bolso) promete o que muitos não conseguiram concluir até agora, tornar um celular um Desktop de mesa. Neste artigo veremos como transformar o seu Nexus 5 em um Desktop. Leia o Artigo na integra AQUI no Viva O Linux.

maxresdefault



Sexta
01 de Julho de 2016


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Ontem o Youtube anunciou o YouTube Kids, uma plataforma de conteúdo voltado para a família. Para os papais e as mamães de plantão, esta ferramenta oferece um ambiente mais seguro para crianças de 2 a 8 anos, sem contar na interface amigável, com ícones coloridos e botões maiores. Para os interessados a instalação no Android AQUI e para IO AQUI.

youtube-kids

 



Quarta
22 de Junho de 2016


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bkpnowFonte:http://www.bbc.com/news/technology-36575687

Grande partes dos ataques do vírus Ransomware ocorrem via e-mail contendo um anexo executável malicioso “ENTÃO CUIDADO!”. Mas agora uma nova ameça chega ao mercado,  o Ransoware escrito totalmente em Javascript, (incrível como existem pessoas que vivem para praticar o mal e se aproveitar dos demais). Mas felizmente sempre existe uma contrapartida e um equilíbrio no mundo, então para ficarem menos susceptíveis aos ataque deste vírus sugiro o ownCloud para sempre sincronizar o seu backup em tempo real.

Acredito que uma das maiores ameaças no mercado digital de vírus é o Ransomware. Pois possuir muitas variantes e prejudicou muitos dos meus amigos e amigas. A solução é quase nenhuma para sistemas operacionais vulneráveis ao ataque (o que torna mais assombroso o assunto).

Com o codi-nome RAA, esta variante chega de maneira inofensiva oculta em documentos, entretanto possui a capacidade de causar bastantes danos para as empresas e pessoas fiscais criptografando os arquivos presente no equipamento.

Fonte:http://www.bbc.com/news/technology-36575687Anexado como um arquivo executável com extensão .js, o Windows permite que se arquivo seja  executa sem restrição ou alerta, com isto o  Ransomware pode abranger  milhares de pessoas no mundo. Após a sua execução o resgate em Russo é solicitado com uma quantia de US$ 250 (0,39 BTC).

Como mencione no inicio do post, backup atualizado é a solução até o presente momento, sendo assim a ferramento ownCloud é muito eficaz pois trabalha de maneira similar ao dropbox. Instruções de instalação, configuração e utilização disponibilizei em 2012 no Viva O Linux. Para finalizar produzi com o SuseStudio, uma distribuição Linux minimalista chamada BkpNow, que ja vem com tudo pré instalado.

O download da imagem ISO em CD do Backup NOW pode ser efetuada neste link GRATUITAMENTE (a senha do usuário root é linux). As próximas versões contara com o anti-virus ClamAV e um libreoffice Web.

virus2



Quarta
01 de Junho de 2016


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Iot

Vulnerabilidades em sistemas computacionais que existem a décadas, estão sendo descobertas e corregidas. Mas o quanto desta correções são atualizadas em sistemas embarcados? Com IoT o problemas tendem se agravar ainda mais…

Um Cracker invadiu uma Smart TV a ligou a câmera remotamente, com isto gravou um casal na Inglaterra fazendo sexo no sofá em frente ao aparelho. O Casal tomou conhecimento quando os amigos notificaram que seus momentos íntimos estavam em sites pornográficos.

“A gravação apareceu em um site. Amigos viram as imagens e alertaram o casal. Eles não haviam feito qualquer video particular. Pelo ângulo, o vídeo foi feito pela câmera da smart TV. Não houve contato com o casal, não houve chantagem ou ameaça. Concluímos que deve ter sido um ataque aleatório”, disse Laura.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-3598012/Trolls-sneak-photos-TV-turn-porn-images-lifted-screens-turned-pornography.html



Segunda
30 de Maio de 2016


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Recebi o seguinte e-mail da UNICAMP:

Informamos que, por determinacao da CAPES, a partir do dia 06/05/2016 as Universidades Estaduais Paulistas passarao a ter acesso centralizado ao conteudo do Portal de Periodicos Capes somente pelo endereco: www.periodicos.capes.gov.br . Com isso, a unica forma de acesso sera pelo Portal de Periodicos. Outros buscadores (Google, Bing, sites das editoras, etc), nao mais funcionarao.

As opcoes de busca disponiveis no portal do SBU, nas abas todos, bases de dados, e-periodicos e e-books, que congregam os conteudos assinados tanto pela Unicamp quanto pela CAPES, estao sendo corrigidos e em breve estarao em pleno funcionamento.

Ressaltamos que o servico de acesso remoto (VPN) esta funcionando normalmente, desde que, para conteudos CAPES, as pesquisas sejam realizadas diretamente no Portal de Periodicos da Instituicao.

Em caso de duvida, procure a biblioteca de sua unidade ou fale com um dos nossos bibliotecarios pelo chat on-line.

Cordialmente,
Sistema de Bibliotecas da Unicamp

Dirigi-me, portanto, ao site da CAPES. Eis que encontro a seguinte mensagem:

O acesso aos conteúdos científicos exclusivamente pelo Portal de Periódicos tem como objetivo oferecer maior segurança da informação, evitando o uso indevido dos conteúdos e visando ao cumprimento das cláusulas contratuais firmadas pela Capes com os editores. Tais acordos proporcionam ao país uma economia significativa e garantia no acesso às publicações científicas.

Uso indevido de artigos científicos!? Como ler, distribuir e compartilhar? Será um efeito do @sci_hub?

A CAPES está de ‘brincanagem’.


Quarta
25 de Maio de 2016


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Feliz dia do orgulho NERD…

memorianerd



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Abri o evento da Google I/O Extend São Paulo edição 2016 com a palestra do openCertiface onde mencionei sobre biometria em nuvem baseado em Linux e IoT com Intel Edison. A seguir a palestra na integra para visualização e download. O evento foi espetacular e a troca de informações sempre beneficia a todos de maneira bi-direcional .

_20160518_104236

Deixo aqui algumas novidades de maneira objetiva:

Com o Android Wear 2.0 a Google deseja tornar os dispositivos mais inteligentes a ponto de não depender mais de um smartphone. Esta nova versão trará um maior suporte aos aplicativos e até suporte para escrita. Já o Daydream é uma nova plataforma de realidade virtual baseado no Android N. E até agora os parceiros como Samsung, LG, HTC e Xiaomi estão dentro. Aguardem os primeiros games da EA e Ubisoft.

Com os novos meios de comunicação Allo e Duo. Allo é um software de mensagem com o diferencial de integração com outras app (dentro do software é possivel pesquisar locais). O módulo de inteligência artificial reconhece as figuras e faz sugestões baseado na sua interpretação,  o DUO é uma aplicativo de vídeo chama similar ao FaceTime, com o recurso de pré-visualizar a transmissão antes de atender.

Android N:  O modo multi janelas chama muito a atenção (existem boatos do modo Desktop). Com um único botão será possivel fechar todos os aplicativos e liberar recurso do celular. A criptografia que surgiu no Lollipop voltou novamente. API Vulkan trará acesso ao hardware para os desenvolvedores. O novo compilador java torna a instalação do aplicativos 75% mais rápido. O Google Assistant chegou como a evolução do Google Now, ainda sem personalidade própria mas compreende a linguagem natural e integra com todos os serviços dos serviços Google. O Google Home praticamente hardware dedicado para a Google Assistant capaz de se conectar com uma série de aparelhos inteligentes, desde seus smartphones a suas TVs inteligentes (ou o Chromecast).

Para finalizar deixo aqui a palestra ministrada no evento Google I/O edição 2016 São Paulo.



Quarta
11 de Maio de 2016


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intel-edison-com-module-20141

Quando as coisas começam não funcionar, é melhor para e relaxar, então fui finalizar o projeto IoT com biometria de código aberto (como não sei tocar violão como o PP e o Fernando Galves). Resumidamente compilei o client em C do openCertiface para fechar as próximas palestras.

Porque C? Claro que o serviço openCertiface pode ser consumido em PHP, Python, Shell e muitas outras linguagens. Mas quando falamos de computação embarcada, otimizar recurso preciso é para um jedi.

Partindo do princípio que as ferramentas para compilação nativa esta configura baseada no post anterior, vamos ao próximos passos:

Compilando o GSOAP para o Intel Edison

$ source /opt/poky-edison/1.7.2/environment-setup-core2-32-poky-linux
$ cd gsoap-2.8/
$ ./configure
configure: loading site script /opt/poky-edison/1.7.2/site-config-core2-32-poky-linux
checking for a BSD-compatible install... /usr/bin/install -c
checking whether build environment is sane... yes
checking for a thread-safe mkdir -p... /usr/bin/mkdir -p
checking for gawk... gawk
checking whether make sets $(MAKE)... yes
checking whether make supports nested variables... yes
checking build system type... x86_64-unknown-linux-gnu
checking host system type... x86_64-unknown-linux-gnu
checking whether make sets $(MAKE)... (cached) yes
checking whether the C++ compiler works... yes
checking for C++ compiler default output file name... a.out
checking for suffix of executables...
checking whether we are cross compiling... no
checking for suffix of object files... o
checking whether we are using the GNU C++ compiler... yes
checking whether i586-poky-linux-g++ -m32 -march=core2 -mtune=core2 -msse3 -mfpmath=sse -mstackrealign -fno-omit-frame-pointer --sysroot=/opt/poky-edison/1.7.2/sysroots/core2-32-poky-linux accepts -g... yes

$ make

Agora efetue o download do openCertiface no GIT e aplique o patch (disponível neste LINK ) para efetuar a compilação para a plataforma Intel Edison.

chart01

$ cd opencertiface/src
$ patch Makefile ../../Makefile.patch
patching file Makefile
$ cd ..

Com o aplicativo soap2cpp criaremos as funçoes em C.

$ ../gsoap-2.8/gsoap/src/soapcpp2 -e -b -c -T -I/usr/share/gsoap/import:/usr/share/gsoap functions.h

** The gSOAP code generator for C and C++, soapcpp2 release 2.8.29
** Copyright (C) 2000-2016, Robert van Engelen, Genivia Inc.
** All Rights Reserved. This product is provided "as is", without any warranty.
** The soapcpp2 tool and its generated software are released under the GPL.
** ----------------------------------------------------------------------------
** A commercial use license is available from Genivia Inc., contact@genivia.com
** ----------------------------------------------------------------------------

Saving soapStub.h annotated copy of the source interface file
Saving soapH.h serialization functions to #include in projects
Using ns service name: opencertiface
Using ns service style: rpc
Using ns service encoding: encoded
Using ns service location: http://opencertiface.com.br/opencertiface.cgi
Using ns schema namespace: urn:opencertiface
Saving opencertiface.wsdl Web Service description
Saving opencertiface.ping.req.xml sample SOAP/XML request
Saving opencertiface.ping.res.xml sample SOAP/XML response
Saving opencertiface.verifyImg.req.xml sample SOAP/XML request
Saving opencertiface.verifyImg.res.xml sample SOAP/XML response
Saving opencertiface.nsmap namespace mapping table
Saving soapTester.c server auto-test code
Saving ns.xsd XML schema 

Sexta
15 de Abril de 2016


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Nem toda criança consegue obter do pai 26.95 USD para jogar Minecraft no seu computador, então sugiro conhecer o Terasology. Um jogo similar ao Minecraft, porém com gráficos realistas e gratuito (Software Livre). Agradeço ao meu filho na elaboração do vídeo e a super Bárbara Tostes pela apresentação do projeto. Disponibilizei no Viva O Linux o Material de compilação e execução (em breve os pacotes rpm para CentOS, Fedora, Redhat, SUSE e openSUSE). Tutorial na íntegra AQUI!

youtube



Terça
12 de Abril de 2016


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Muitas vezes, precisamos disponibilizar um hardware USB  do hospedeiro na maquina virtual, então aqui fica a dica. Se o sistema não estiver devidamente configurado, ao digitar o comando list usbhost a relação de dispositivos será vazia como no exemplo abaixo:

$ VBoxManage list usbhost
Host USB Devices:
<none>

Entâo adicione o usuario no grupo vboxusers e pronto!

$ sudo usermod -a -G vboxusers cabelo

agora repita o comando novamente, e veremos o resultado:

$ VBoxManage list usbhost | head -19
Host USB Devices:

UUID:               abcd1234-123a-2345-b1e0-8a0b1c1f2511
VendorId:           0x046d (046D)
ProductId:          0x0809 (0809)
Revision:           0.9 (0009)
SerialNumber:       ABC34567
Address:            sysfs:/sys/devices/pci0000:00/0000:00:12.2/usb1/1-4//device:/dev/vboxusb/001/004
Current State:      Busy

UUID:               d2abc46d-123-1234-b8c3-691a7ca551ce
VendorId:           0x046d (046D)
ProductId:          0xc504 (C504)
Revision:           19.16 (1916)
Manufacturer:       Logitech
Product:            USB Receiver
Address:            sysfs:/sys/devices/pci0000:00/0000:00:12.0/usb3/3-3//device:/dev/vboxusb/003/003
Current State:      Busy

Pronto, agora basta adicionar o dispositivo na interface gráfica.

virtualbox01virtualbox02



Segunda
04 de Abril de 2016


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Intel-Edison

Neste post, veremos como compilar aplicações nativas para a plataforma Intel Edison, primeiramente efetue e download do pacote SDK – Cross Compile Tools na pagina oficial da Intel: https://software.intel.com/en-us/iot/hardware/edison/downloads

A seguir descompacte o arquivo ZIP e execute o arquivo Shell.

$ unzip /dados/programas.install/Hardware/IntelEdison/edison-sdk-linux64-ww25.5-15.zip
Archive: /dados/programas.install/Hardware/IntelEdison/edison-sdk-linux64-ww25.5-15.zip
inflating: poky-edison-glibc-x86_64-edison-image-core2-32-toolchain-1.7.2.manifest
inflating: poky-edison-glibc-x86_64-edison-image-core2-32-toolchain-1.7.2.sh

A seguir execute o script toolchain como super usuário.

$ sh poky-edison-glibc-x86_64-edison-image-core2-32-toolchain-1.7.2.sh
Enter target directory for SDK (default: /opt/poky-edison/1.7.2):
You are about to install the SDK to &amp;quot;/opt/poky-edison/1.7.2&amp;quot;. Proceed[Y/n]?
Extracting SDK...done
Setting it up...done
SDK has been successfully set up and is ready to be used.

Agora criaremos uma arquivo em C++ no estilo ola mundo para teste.

#include <iostream>
int main()
{
    std::cout <<";Assunto Nerd!"\n;
    return 0;
}

Agora configure as variaveis ambientais, compile, efetue o upload com o scp( copia sobre ssh) e execute o programa.

$ source /opt/poky-edison/1.7.2/environment-setup-core2-32-poky-linux

$ $CXX hello.c -o hello

$ scp hello root@192.168.2.15:/home/root

$ ./hello
Assunto Nerd!

Pronto, duvidas em cabelo@opensuse.org



Domingo
27 de Março de 2016


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This a copy of the message that I tried to share with openSUSE user mail list (opensuse@opensuse.org) but I’ve got blocked :/

I’m writing this e-mail to share my experiences after a whole day using openSUSE Leap 42.1.

The installation was pretty easy and worked ok.

IMHO, the boot screen is awful. But it’s a taste thing, so nevermind.

Everything started to go down the hill after logging into KDE. Unfortunately, Plasma 5 is really broken, the desktop environment is so unstable that I’ve missed the panel, the krunner and/or, kwin multiple times. Working with two displays (multihead) was kind of impossible. The graphics and animations are jumpy and not smooth. It was taking forever to reboot and shutdown. I’ve tried also to update KDE with extras and applications repository. Things didn’t get any better.

Baloo was consuming all my disk I/O. I could only use the computer after ionice it to -c3.

I’ve left my post installation notes here [1].

Of course, that was my experience w/ Leap 42.1 w/ KDE. Maybe others had a different luck within it.

After all, I’ve came back to openSUSE 13.1. Well, if 13.1 will reach EOL at Nov/2016 [2], this means that if I want to keep using openSUSE I’ll have to jump on 13.2 bandwagon until the next 42.2 comes around [3]. And then, I’ll have two months [3] to check if 42.2 is a stable boat to jump in. Right?

What I didn’t get is: if Leap 42.1 were supposed to be a stable release, why it was shipped with this not-that-stable Plasma 5?

Best regards,

[1] – http://wiki.mattos.eng.br/wikka.php?wakka=openSUSEPostInstall
[2] – https://en.opensuse.org/openSUSE:Evergreen
[3] – https://en.opensuse.org/Lifetime


Leonardo M. N. de Mattos
www.mattos.eng.br

UPDATE 1: Eventually I’ve found the answer of this e-mail here. However, I don’t know for sure if I agree.


Quarta
16 de Setembro de 2015


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É fato que não é viável manter o servidor X em nenhum servidor Linux, e seja lá qual for a distribuição, de preferência que ele nem esteja instalado. Os motivos são vários, um dos motivos é a economia de recursos e consequentemente uma melhor fluidez no servidor. Porem em alguns casos se torna necessário manter o X ativo, ainda mais quando os usuários da rede tem necessidade de fazer algum tipo


Segunda
07 de Setembro de 2015


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Aqui vai uma dica legal pra você que instalou por exemplo, um software pelo PlayOnLinux, mas que então percebeu que não foi criado um atalho no Menu de aplicativos.

Calma…é bem simples resolver essa questão…

1- Clique com o botão direito em cima do ícone do Menu de aplicativos e selecione Editar Aplicativos.
2- Na janela que abrirá escolha o submenu desejado, neste caso, por exemplo vamos criar as entradas para o Microsoft Office no Submenu Suíte de Escritório.
3- Clique em novo Submenu na barra superior e escreva Microsoft Office
4- Clique em Novo item na barra superior

O PlayonLinux costuma criar atalhos na Área de Trabalho, então..

5- Clique com o botão direito do mouse em cima do atalho, no caso foi o Excel e, depois em Propriedade
6- Na janela que abriu, copie o conteúdo que está na caixa comando
imagem17- Volte no editor do Menu de Aplicativos e cole o que você copiou na caixa de Comando
imagem28- Na Caixa nome digite o nome do Aplicativo.
9- Para deixar o menu bacana, você inserir ícones, que por padrão o PlauonLinux utiliza a pasta ful_size, qua fica oculta na pasta do usuário. Você localizá-la asim: /home/SEU USUÁRIO/.PlayOnLinux/icones/full_size/
10- Eu costumo utilizar esta pasta para guardar os ícones dos aplicativos que eu for utilizar através de ma instalação feita com o PlayOnLinux.

Um abraço



Domingo
06 de Setembro de 2015


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Nosferatu é o terceiro romance de Joe Hill, filho de Stephen King. Nessa história, Victoria cruza uma ponte interditada utilizando uma bicicleta (que mais tarde é substituída por uma moto). Através dessa ponte ela consegue encontrar objetos perdidos e ir a lugares que se mostrem necessários para cada momento de sua vida. Numa dessas travessias ela conhece uma menina chamada Margareth Leigh que


face

Vanevar Morgan é um engenheiro responsável por construir pontes bem famosas, como por exemplo, uma ligando o Marrocos à Espanha passando pelo Mar Mediterrâneo. Em uma de suas viagens, ele acaba indo p/ Taprobana (nome histórico p/ uma ilha no Oceano Índico) [sup]1[/sup], onde será construído um elevador espacial. Tipo esse daqui: Moravam nessa região os principes Kalidasa e Malgara. P/


face

Assim como outros personagens reais que foram parar no quase imaginário popular, Jack, o estripador, sempre me deixou curiosa. Refrescando: Inglaterra vitoriana, século 19. Havia um assassino de prostitutas à solta no distrito de Whitechapel em Londres. 5 mulheres foram mortas, com direito à evisceração. Não sou muito chegada em livros policiais nem em jornalecos sensacionalistas da TV, mas gosto


face

Outro livro de Arthur C. Clarke na minha mão. Apesar de não ter gostado do filme "2001 -- Uma odisséia no espaço" (achei massante por se concentrar apenas no HAL-9000 e o final, apressado) o livro foi uma boa surpresa. E acabei gostando da forma com a qual Clarke escreve. No prefácio, o autor, morto em 2008, já diz que se Hollywood fizer um filme baseado em "O fim da infância", todos irão achar


Sábado
05 de Setembro de 2015


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Am I the only one who thinks this is totally correct? Specially in brazilian case, where most of the scientific knowledge produced is funded by government, which means the tax payers, whose majority cannot access the private scientific databases?

Well, let’s think about it.

Guerilla Open Access Manifesto

Information is power. But like all power, there are those who want to keep it for themselves. The world’s entire scientific and cultural heritage, published over centuries in books and journals, is increasingly being digitized and locked up by a handful of private corporations. Want to read the papers featuring the most famous results of the sciences? You’ll need to send enormous amounts to publishers like Reed Elsevier.

There are those struggling to change this. The Open Access Movement has fought valiantly to ensure that scientists do not sign their copyrights away but instead ensure their work is published on the Internet, under terms that allow anyone to access it. But even under the best scenarios, their work will only apply to things published in the future. Everything up until now will have been lost.

That is too high a price to pay. Forcing academics to pay money to read the work of their colleagues? Scanning entire libraries but only allowing the folks at Google to read them? Providing scientific articles to those at elite universities in the First World, but not to children in the Global South? It’s outrageous and unacceptable.

“I agree,” many say, “but what can we do? The companies hold the copyrights, they make enormous amounts of money by charging for access, and it’s perfectly legal — there’s nothing we can do to stop them.” But there is something we can, something that’s already being done: we can fight back.

Those with access to these resources — students, librarians, scientists — you have been given a privilege. You get to feed at this banquet of knowledge while the rest of the world is locked out. But you need not — indeed, morally, you cannot — keep this privilege for yourselves. You have a duty to share it with the world. And you have: trading passwords
with colleagues, filling download requests for friends.

Meanwhile, those who have been locked out are not standing idly by. You have been sneaking through holes and climbing over fences, liberating the information locked up by the publishers and sharing them with your friends.

But all of this action goes on in the dark, hidden underground. It’s called stealing or piracy, as if sharing a wealth of knowledge were the moral equivalent of plundering a ship and murdering its crew. But sharing isn’t immoral — it’s a moral imperative. Only those blinded by greed would refuse to let a friend make a copy.

Large corporations, of course, are blinded by greed. The laws under which they operate require it — their shareholders would revolt at anything less. And the politicians they have bought off back them, passing laws giving them the


Quinta
21 de Maio de 2015


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Those lines below are my notes to mount an remote folder through ssh, using sshfs [1] and building an encrypted container with encfs [2]. I’ll not explain in details how to install sshfs and encfs ’cause it dependes whether linux distribution or unix-like bsd flavor you’re running, furthermore, there are tons of documents on web convering these topics.

IMHO, this is a great solution to easily store securely your files in any remote host (cloud) that you have access through ssh, using well known common unix tools.

1) Mount remote filesystem through ssh:

sshfs user@host:/full/path/dir/ /full/path/mount_point

It’s important to say that directory paths to use with sshfs and encfs should be given in the full form. I mean /home/user/mount_point and not ~/mount_point/. Also, if the user of remote server and local computer has differents uid/gid, you should tell that to sshfs using the flag -o (for more details read the manpages):

sshfs -ouid=1000 -ogid=1000 user@host:/dir/ mount_point

You can check if the remote folder is well mounted doing the df command or listing the files inside this folder. With a df you should seed see something like this:

host:/full/path/dir/ 459G 76G 384G 17% /full/path/mount_point

2) Build an encfs container:

encfs /full/path/mount_point/some_dir /full/path/temp_dir/

The encfs creation routine’s is self explanatory, so just follow the steps and answer accordingly. After this, you should see, with df -h:

encfs 459G 76G 384G 17% /full/path/temp_dir/

3) do the backup with rsync: <- This step is optional, you can copy or move the desired files/folders manually.

rsync -avz /some/dir /temp_dir/

4) When you’re done with the encrypted container and remote file system, eventually, you should umount it. Especially if you’re going to loose connection within it.

4.1) Umount encrypted container:

fusermount -u /temp_dir/

4.2) Umount remote filesystem:

fusermount -u mount_point

The steps to reconnect and remount the remote filesystem/container are the same above, except that when you call the encfs command, it will ask for your container’s password.

And that’s all!

References:

[1] http://fuse.sourceforge.net/sshfs.html
[2] http://www.arg0.net/encfs
[3] http://ubuntuforums.org/showthread.php?t=148600
[4] http://unix.stackexchange.com/questions/11117/groups-ssh-user-is-apart-of-dont-apply-on-sshfs

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