Otimizando o desempenho: com o patch e sem o patch
Enviado por Marcelo Diotto (marceloΘdiotto·net):
Em seguida Lennart Poettering, um desenvolvedor da Red Hat, sugeriu uma pequena mudança no arquivo /etc/rc.local e no ~/.bashrc do usuário que realiza a mesma tarefa que o patch, sem a necessidade de recompilar o kernel. Veja como habilitar tais recursos (que não exigem alteração no kernel) no Ubuntu 10.10.” [referência: blog.coderepository.net]
Enviado por Felipe Silveira (felipessilveiraΘgmail·com):
Fonte: BR-Linux.org
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Dica: Usando o i4l para criar instaladores de aplicativos para Linux
Hoje em dia isso é passado, e a instalação de programas no Linux se tornou algo até mesmo trivial. Tendo uma conexão com a internet, basta um simples comando, como "apt-get install
Contudo, ainda existe um caminho a galgar.
Usuários Windows estão muito acostumados com o paradigma NNF (next, next, finish) quando se trata de gerenciar aplicações. Além disso, estão acostumados a baixar por sua própria conta o instalador do aplicativo, que consiste em um único arquivo executável que contém todo o necessário para rodar o aplicativo.
No mundo GNU/Linux, as coisas são diferentes. O usuário não precisa abrir o navegador e nem entrar em site algum para baixar o instalador. O "instalador" vem dividido em partes, ou seja, um pacote principal e suas dependências. O comando de instalar o programa é o mesmo de baixar.
Essas diferenças, além de outras, como o fato dos arquivos de aplicativo ficarem espalhados pelo sistema afora, confunde usuários vindos do Windows ou do Mac. Esta diferença de paradigma não é um fator crucial para determinar o uso ou não de sistemas GNU/Linux, mas não deve ser desconsiderada.
Além disso, temos um problema clássico, a instalação de aplicativos em máquinas offline, que abordei em uma outra dica:
No intuito de criar um sistema de instalação de aplicativos onde todos os pacotes se encontrassem em um único arquivo, e onde fosse possível instalá-los em qualquer máquina offline, mesmo que esta jamais tivesse atualizado sua lista de pacotes do repositório, criei um projeto no sourceforge chamado i4l (installers for linux):
O i4l não é uma nova forma de gerenciador de pacotes. Ele é uma espécie de "wrapper" ao redor do apt. Um pacote criado com o i4l contém todos os pacotes deb necessários para instalar determinada aplicação em um sistema qualquer, mesmo em máquinas offline, onde a lista de pacotes do repositório nunca foi baixada.
O código é feito integralmente em shell script e a interface com o usuário é feita com o zenity, ou o xmessage caso o zenity não esteja disponível. Por enquanto, ele é compatível com as versões i386 dos seguintes sistemas: Ubuntu 10.10, 10.04, 9.10, 9.04, 8.04 e Debian Lenny.
É possível criar instaladores para qualquer aplicação disponível nos repositórios da distro. É possível também criar instaladores para uma distro alvo diferente daquela que você está usando para criar o instalador.
A seguir, darei as instruções de como utilizar o i4l para criar instaladores.
Primeiro, baixe o preparador do sistema (i4l-system-preparer.sh), disponível no sourceforge:
Em seguida, execute o arquivo e siga as instruções da tela. Ao fim do processo, o seu sistema estára pronto para criar instaladores.
Se você é do tipo cuidadoso, que não sai executando todo arquivo que baixa por aí, abra o arquivo no gedit ou outro editor de texto qualquer. Trata-se de um arquivo compactado com o bzip2 com um cabeçalho de shell-script, encarregado de extrair e executar o conteúdo do arquivo. Este arquivo compactado auto-extraível, assim como os instaladores do i4l, são todos gerados usando o makeself, disponível na seguinte página:
Se quiser somente extrair o conteúdo do pacote para ver o que tem dentro, execute-o no terminal com os parâmetros "--keep e --noexec". Isto criará uma pasta no diretório atual com todo o conteúdo do pacote. Isto também vale para os instaladores gerados com o i4l.
Após executado o preparador do sistema, se quiser, execute o comando i4l-set-target-system.sh para escolher o sistema alvo para o qual deseja criar instaladores.
Quando quiser criar um instalador, basta executar o comando:
# i4l-installer-creator.sh
para gerar um instalador, que será colocado no seu diretório home.
Note que
# i4l-installer-creator.sh gimp
# i4l-installer-creator.sh chromium-browser
# i4l-installer-creator.sh broffice.org
Conclusão
Meu objetivo maior, ao criar o i4l, foi desenvolver uma maneira fácil de instalar programas em máquinas offline. Além disso, ele se mostra útil para fazer backup de aplicativos, para aqueles que tem conexão lenta e não querem baixar um programa mais do que uma única vez.Existe também a possibilidade de usar o aptoncd para fazer backup de pacotes deb, contudo quando se trata de fazer backup de um único aplicativo, e não de uma coleção deles, o uso do i4l se mostra mais simples. De fato, inicialmente o i4l foi inspirado pelo aptoncd.
Agradeço muito tanto àqueles que criaram o aptoncd, e aos criadores do makeself, que uso para criar os pacotes auto-extraíveis.
O i4l ainda está em fase inicial, mas já é capaz de fazer aquilo que ele propõe: Criar instaladores de aplicativos para Linux.
Ficaria extremamente grato de receber críticas e sugestões daqueles que o utilizarem.
Pretendo, futuramente, aumentar o escopo do i4l para abranger sistemas baseados em pacotes rpm
No mesmo projeto do sourceforge, hospedei uma série de instaladores de aplicativos, para Ubuntu 10.10 e 10.04. Quem se sentir a vontade pode testa-los e me dizer o que achou.
Mandem as críticas e sugestões para:
gnumaru
Troquem o
Ficarei feliz se puder nortear o desenvolvimento do i4l com base nas sugestões dos usuários.
Fonte: Viva o Linux
Também foi noticiado no BR-Linux.org.
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A Galaxy In My Pocket
Parted Magic

Parted Magic exige pelo menos um processador i586 e 256 MB de RAM ou 128MB para operar no modo “Live”.
Características
* Formato interno e discos rígidos externos.* Mover, copiar, criar, apagar, expandir e encolher partições do disco rígido.
* Clone seu disco rígido, para criar um backup completo.
* Test drives rígidos para o fracasso iminente.
* Teste a memória de setores defeituosos.
* Benchmark seu computador para uma avaliação de desempenho.
* Firmemente apagar todo o disco rígido, limpando-o limpo de todos os dados.
* Dá acesso a sistemas não-boot que permite salvar dados importantes.
* Funciona a partir do CD, sem instalação requerida

Mais informações: http://partedmagic.com/
Fonte: NeoFenix – Ao Infinto e além!
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LibreOffice: um novo Office Livre, baseado no OpenOffice.org
Mais informações sobre o LibreOffice: http://en.wikipedia.org/wiki/LibreOffice
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dbus-dump
dbus-dump is a tool to capture D-Bus messages in a libpcap capture file.
It takes an idea from dbus-scrape, which processes a strace output of dbus-monitor, and takes it further by stracing dbus-daemon, thus not relying on any eavesdropping (mis)configuration.
The intended purpose is to establish the libpcap capture format as a base for debugging tools like
- dbus-monitor
- DBusMessageBox
- Bustle
- dbus-spy
Thanks to Will Thompson for mentioning the pcap idea.
Usage
$ sudo strace -p `pgrep -f 'dbus-daemon --system'` \
-s 3000 -ttt -xx -o foo.strace
$ ./dbus-dump foo.strace foo.pcap
$ ./dbus-pcap-parse foo.pcap
Tue Nov 16 12:56:47 +0100 2010 #<DBus::Message:0xb741f340
@body_length=0,
@destination="fi.epitest.hostap.WPASupplicant",
@error_name=nil,
@flags=0,
@interface="fi.epitest.hostap.WPASupplicant.Interface",
@member="scan",
@message_type=1,
@params=[],
@path="/fi/epitest/hostap/WPASupplicant/Interfaces/180",
@protocol=1,
@reply_serial=nil,
@sender=":1.7132",
@serial=88639,
@signature="">
Tue Nov 16 12:56:47 +0100 2010 #<DBus::Message:0xb741b060
@body_length=4,
@destination=":1.7132",
[...]>
Dependencies
It is written in Ruby. The pcap format is handled by a small bundled module. dbus-dump has no other dependencies. dbus-pcap-parse uses ruby-dbus.
Bugs
This is an early proof-of-concept release, serving to introduce the libpcap format.
The main problem of dbus-dump is duplicating the messages, seeing them both when the daemon receives them and when it sends them (multiple times, for the signals).
The other tools haven't caught up yet:
$ /usr/sbin/tcpdump -r foo.pcap
reading from file foo.pcap, link-type 231
tcpdump: unknown data link type 231
IRC-meeting of Russian openSUSE Community
Итак, по результатам открытого голосования, в котором в этот раз приняло участие 14 человек, что не может не радовать, решено, что встреча пройдет в Воскресенье, 21.11.2010 в 18:00 по московскому времени (GMT+3).
IRC-сервер: irc.opensuse.org
IRC-канал: #opensuse.ru
Предварительный список тем:
- Новая Вики
- Новые проекты сообщества
- Цели сообщества
- Разобраться с курсом, руководством и организацией
- Меры предотвращения раскола сообщества
- Конфликты между участниками сообщества
- Амбасадоры
- Книга
Slideshow de Papel de Parede para OpenSuse 11.3

Seu uso é bastante simples, basta selecionar as imagens, definir o tempo de transição, escolher um nome para refência do papel de parede, e clicar em confirmar (um v verde). Automaticamente seu papel de parede é alterado e seu slideshow já está funcionando.
Para instalar essa aplicação em seu Desktop OpenSuse, basta clicar no ícone do 1-ClickInstall abaixo e divirta-se.

Esse pacote está disponível tanto para 32 bits como para 64 bits.
Maiores detalhes sobre o software em http://www.obfuscatepenguin.net/crebs/
/me is leaving
Moin,
after 7 years with SUSE and Novell I’ve chosen to change something in my life – and decided to accept a new job and will lay down my duties in the openSUSE project. I’ve been with the openSUSE project already prior to its launch in August 2005 and experienced a number of highs and lows. Overall the project has been shaping up nicely, we reached a lot of our goals and the just passed openSUSE conference reflects this pretty well in my opinion.
Just to stop any rumours – I leave Novell because I found a new job in the trade show management area close to Nuremberg. Trade show management is where my expertise is and where I worked prior to coming to openSUSE. While I enjoyed the work at openSUSE, organizing the openSUSE conference meant doing what I really love and my new job will give me many more conferences and trade shows to plan and organise. As I will leave Novell before the end of December the project needs a new openSUSE chairman who should serve until the openSUSE foundation is created.
Best wishes to the openSUSE project and the people behind it. I had a lot of fun over the past 7 years, met numerous outstanding people and learned a lot which will help me in my future life.
Best
Michael
ruby-dbus 0.5.0 is a Gem with Errors
The main feature is a better binding of Ruby Exceptions to D-Bus Errors. See below for an excerpt of the documentation.
Perhaps more importantly, the library is now primarily packaged as a RubyGem (Issue#6). Also I converted the tutorial from Webgen to Markdown.
Bug fixes:
- Don't pass file descriptors to subprocesses, they would not let go of the service name.
- Fixed InterfaceElement::validate_name (Ticket#38, by Herwin Weststrate).
- Fixed a typo in InvalidDestinationName description (Ticket#40).
Errors
D-Bus calls can reply with an error instead of a return value. An error is translated to a Ruby exception.begin
network_manager.sleep
rescue DBus::Error => e
puts e unless e.name == "org.freedesktop.NetworkManager.AlreadyAsleepOrAwake"
end
Replying with an error
To reply to a dbus_method with a D-Bus error, raise aDBus::Error,
as constructed by the error convenience function:raise DBus.error("org.example.Error.SeatOccupied"), "Seat #{seat} is occupied"
If the error name is not specified, the generic
org.freedesktop.DBus.Error.Failed is used.raise DBus.error, "Seat #{seat} is occupied"
raise DBus.error