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Otimizando o desempenho: com o patch e sem o patch

Enviado por Marcelo Diotto (marceloΘdiotto·net):

“Há alguns dias foi divulgado pela Phoronix (“O patch de ~200 linhas que multiplica o desempenho no Linux“) um patch de cerca de 200 linhas de código que foi dito como “milagroso” pois aumenta relativamente a velocidade do seu Desktop Linux. O próprio Linus comentou que o código era muito bom!

Em seguida Lennart Poettering, um desenvolvedor da Red Hat, sugeriu uma pequena mudança no arquivo /etc/rc.local e no ~/.bashrc do usuário que realiza a mesma tarefa que o patch, sem a necessidade de recompilar o kernel. Veja como habilitar tais recursos (que não exigem alteração no kernel) no Ubuntu 10.10.” [referência: blog.coderepository.net]

Enviado por Felipe Silveira (felipessilveiraΘgmail·com):

“Como primeiro post resolvi fazer um tutorial explicando a aplicação do tutorial que o Mike Galbraith propôs para o kernel do linux. O tutorial assume um pouco de conhecimento prévio de linux” [referência: suberr.wordpress.com]


Fonte: BR-Linux.org




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Dica: Usando o i4l para criar instaladores de aplicativos para Linux

Instalar aplicativos em sistemas GNU/Linux tem sido uma luta de longa data. Antes de 1993, para ter um sistema funcional, era necessário compilar tudo, desde o kernel, passando pelas ferramentas GNU, até as aplicações desejadas.

Hoje em dia isso é passado, e a instalação de programas no Linux se tornou algo até mesmo trivial. Tendo uma conexão com a internet, basta um simples comando, como "apt-get install " ou "yum install " para termos o aplicativo desejado. Se ele não estiver nos repositórios padrão da distro, provavelmente pode ser encontrado em algum outro repositório. Se nem isso for possível, sempre existe a opção de compilar por conta própria, que embora nos remeta a um passado onde essa era a única opção, agora só se torna necessário em casos extremos.

Contudo, ainda existe um caminho a galgar.

Usuários Windows estão muito acostumados com o paradigma NNF (next, next, finish) quando se trata de gerenciar aplicações. Além disso, estão acostumados a baixar por sua própria conta o instalador do aplicativo, que consiste em um único arquivo executável que contém todo o necessário para rodar o aplicativo.

No mundo GNU/Linux, as coisas são diferentes. O usuário não precisa abrir o navegador e nem entrar em site algum para baixar o instalador. O "instalador" vem dividido em partes, ou seja, um pacote principal e suas dependências. O comando de instalar o programa é o mesmo de baixar.

Essas diferenças, além de outras, como o fato dos arquivos de aplicativo ficarem espalhados pelo sistema afora, confunde usuários vindos do Windows ou do Mac. Esta diferença de paradigma não é um fator crucial para determinar o uso ou não de sistemas GNU/Linux, mas não deve ser desconsiderada.

Além disso, temos um problema clássico, a instalação de aplicativos em máquinas offline, que abordei em uma outra dica:
No intuito de criar um sistema de instalação de aplicativos onde todos os pacotes se encontrassem em um único arquivo, e onde fosse possível instalá-los em qualquer máquina offline, mesmo que esta jamais tivesse atualizado sua lista de pacotes do repositório, criei um projeto no sourceforge chamado i4l (installers for linux):
O i4l não é uma nova forma de gerenciador de pacotes. Ele é uma espécie de "wrapper" ao redor do apt. Um pacote criado com o i4l contém todos os pacotes deb necessários para instalar determinada aplicação em um sistema qualquer, mesmo em máquinas offline, onde a lista de pacotes do repositório nunca foi baixada.

O código é feito integralmente em shell script e a interface com o usuário é feita com o zenity, ou o xmessage caso o zenity não esteja disponível. Por enquanto, ele é compatível com as versões i386 dos seguintes sistemas: Ubuntu 10.10, 10.04, 9.10, 9.04, 8.04 e Debian Lenny.

É possível criar instaladores para qualquer aplicação disponível nos repositórios da distro. É possível também criar instaladores para uma distro alvo diferente daquela que você está usando para criar o instalador.

A seguir, darei as instruções de como utilizar o i4l para criar instaladores.

Primeiro, baixe o preparador do sistema (i4l-system-preparer.sh), disponível no sourceforge:
Em seguida, execute o arquivo e siga as instruções da tela. Ao fim do processo, o seu sistema estára pronto para criar instaladores.

Se você é do tipo cuidadoso, que não sai executando todo arquivo que baixa por aí, abra o arquivo no gedit ou outro editor de texto qualquer. Trata-se de um arquivo compactado com o bzip2 com um cabeçalho de shell-script, encarregado de extrair e executar o conteúdo do arquivo. Este arquivo compactado auto-extraível, assim como os instaladores do i4l, são todos gerados usando o makeself, disponível na seguinte página:
Se quiser somente extrair o conteúdo do pacote para ver o que tem dentro, execute-o no terminal com os parâmetros "--keep e --noexec". Isto criará uma pasta no diretório atual com todo o conteúdo do pacote. Isto também vale para os instaladores gerados com o i4l.

Após executado o preparador do sistema, se quiser, execute o comando i4l-set-target-system.sh para escolher o sistema alvo para o qual deseja criar instaladores.

Quando quiser criar um instalador, basta executar o comando:

# i4l-installer-creator.sh

para gerar um instalador, que será colocado no seu diretório home.

Note que é o nome de qualquer pacote disponível nos repositórios de sua distro. Exemplos:

# i4l-installer-creator.sh gimp
# i4l-installer-creator.sh chromium-browser
# i4l-installer-creator.sh broffice.org


Conclusão

Meu objetivo maior, ao criar o i4l, foi desenvolver uma maneira fácil de instalar programas em máquinas offline. Além disso, ele se mostra útil para fazer backup de aplicativos, para aqueles que tem conexão lenta e não querem baixar um programa mais do que uma única vez.

Existe também a possibilidade de usar o aptoncd para fazer backup de pacotes deb, contudo quando se trata de fazer backup de um único aplicativo, e não de uma coleção deles, o uso do i4l se mostra mais simples. De fato, inicialmente o i4l foi inspirado pelo aptoncd.

Agradeço muito tanto àqueles que criaram o aptoncd, e aos criadores do makeself, que uso para criar os pacotes auto-extraíveis.

O i4l ainda está em fase inicial, mas já é capaz de fazer aquilo que ele propõe: Criar instaladores de aplicativos para Linux.

Ficaria extremamente grato de receber críticas e sugestões daqueles que o utilizarem.

Pretendo, futuramente, aumentar o escopo do i4l para abranger sistemas baseados em pacotes rpm
(Construindo bons pacotes RPM).

No mesmo projeto do sourceforge, hospedei uma série de instaladores de aplicativos, para Ubuntu 10.10 e 10.04. Quem se sentir a vontade pode testa-los e me dizer o que achou.

Mandem as críticas e sugestões para:

gnumaruuserssourceforgenet

Troquem o por "@" e o por ".". Procedimento padrão anti-spam.

Ficarei feliz se puder nortear o desenvolvimento do i4l com base nas sugestões dos usuários.




Fonte: Viva o Linux






Também foi noticiado no BR-Linux.org.





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the avatar of Andrew Wafaa

A Galaxy In My Pocket

Yet again I get a dose of the Early Adopter jitters – I tried to hold out but I just couldn’t. I went and got me some shiny robot lovin’ from Korea, and boy do I love this particular droid – the fabulous (IMHO) Samsung GT-P1000 better known as the Galaxy Tab. This is my third dedicated Android device, the first being the Motorola Milestone 11months ago, followed by the Nexus One around Easter time this year.

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Parted Magic

O Parted Magic OS emprega programas centrais do GParted e o Parted para lidar com tarefas de particionamento com facilidade, enquanto que com outros programas úteis (por exemplo, Clonezilla, Partimage, TestDisk, TrueCrypt, G4L, SuperGrubDisk, ddrescue, etc ..) e um excelente conjunto de documentação para beneficiar o usuário. Uma extensa coleção de ferramentas de sistema de arquivos também estão incluídos, como Parted Magic suporta o seguinte: ext2, ext3, ext4, fat16, fat32, hfs, hfs +, jfs, linux-swap, ntfs, reiserfs, Reiser4, e xfs.




Parted Magic exige pelo menos um processador i586 e 256 MB de RAM ou 128MB para operar no modo “Live”.

Características

* Formato interno e discos rígidos externos.
* Mover, copiar, criar, apagar, expandir e encolher partições do disco rígido.
* Clone seu disco rígido, para criar um backup completo.
* Test drives rígidos para o fracasso iminente.
* Teste a memória de setores defeituosos.
* Benchmark seu computador para uma avaliação de desempenho.
* Firmemente apagar todo o disco rígido, limpando-o limpo de todos os dados.
* Dá acesso a sistemas não-boot que permite salvar dados importantes.
* Funciona a partir do CD, sem instalação requerida





Mais informações: http://partedmagic.com/



Fonte: NeoFenix – Ao Infinto e além!







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LibreOffice: um novo Office Livre, baseado no OpenOffice.org

O LivreOffice, já começou com força, pois tem o apoio de ex-devenvolvedores do OpenOffice.org, que agora trabalham no desenvolvimento do LibreOffice, e tem também o apoio de muitas pessoas que antes eram da comunidade do OpenOffice.org, e essas pessoas agora fazem parte da comunidade do LibreOffice, também conta com o apoio do Go-oo e do BR-Office.org, como foi noticiado no BR-Linux.org, entre outros que apoiam o LibreOffice. A idéia do LibreOffice, é ser mais livre que o OpenOffice.org, pois o LibreOffice é um projeto comunitário criado pela a Document Foundation.


Mais informações sobre o LibreOffice: http://en.wikipedia.org/wiki/LibreOffice




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the avatar of Martin Vidner

dbus-dump

dbus-dump is a tool to capture D-Bus messages in a libpcap capture file.

It takes an idea from dbus-scrape, which processes a strace output of dbus-monitor, and takes it further by stracing dbus-daemon, thus not relying on any eavesdropping (mis)configuration.

The intended purpose is to establish the libpcap capture format as a base for debugging tools like

Thanks to Will Thompson for mentioning the pcap idea.

Usage

$ sudo strace -p `pgrep -f 'dbus-daemon --system'` \
    -s 3000 -ttt -xx -o foo.strace
$ ./dbus-dump foo.strace foo.pcap
$ ./dbus-pcap-parse foo.pcap
Tue Nov 16 12:56:47 +0100 2010 #<DBus::Message:0xb741f340
 @body_length=0,
 @destination="fi.epitest.hostap.WPASupplicant",
 @error_name=nil,
 @flags=0,
 @interface="fi.epitest.hostap.WPASupplicant.Interface",
 @member="scan",
 @message_type=1,
 @params=[],
 @path="/fi/epitest/hostap/WPASupplicant/Interfaces/180",
 @protocol=1,
 @reply_serial=nil,
 @sender=":1.7132",
 @serial=88639,
 @signature="">
Tue Nov 16 12:56:47 +0100 2010 #<DBus::Message:0xb741b060
 @body_length=4,
 @destination=":1.7132",
[...]>

Dependencies

It is written in Ruby. The pcap format is handled by a small bundled module. dbus-dump has no other dependencies. dbus-pcap-parse uses ruby-dbus.

Bugs

This is an early proof-of-concept release, serving to introduce the libpcap format.

The main problem of dbus-dump is duplicating the messages, seeing them both when the daemon receives them and when it sends them (multiple times, for the signals).

The other tools haven't caught up yet:

$ /usr/sbin/tcpdump -r foo.pcap
reading from file foo.pcap, link-type 231
tcpdump: unknown data link type 231

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IRC-meeting of Russian openSUSE Community

На прошедшей неделе, после получения статуса openSUSE Member, мне пришло в голову организовать очередное IRC-собрание русскоязычного сообщества openSUSE. Пришло время отчитаться по этому поводу.
Итак, по результатам открытого голосования, в котором в этот раз приняло участие 14 человек, что не может не радовать, решено, что встреча пройдет в Воскресенье, 21.11.2010 в 18:00 по московскому времени (GMT+3).
IRC-сервер: irc.opensuse.org
IRC-канал: #opensuse.ru


Предварительный список тем:
  1. Новая Вики
  2. Новые проекты сообщества
  3. Цели сообщества
  4. Разобраться с курсом, руководством и организацией
  5. Меры предотвращения раскола сообщества
  6. Конфликты между участниками сообщества
  7. Амбасадоры
  8. Книга
Если у Вас есть предложения и замечания, высказать их можно в соответствующих темах:

По правилам проведения официальных митингов окончательный список тем должен быть утвержден не позднее, чем за 2 дня до даты проведения. Так что заинтересованным надо быть активнее. :)

Ждем всех заинтересованных в воскресенье...

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Slideshow de Papel de Parede para OpenSuse 11.3

Neste artigo falarei do Crebs (Create Background Slideshow) uma aplicação escrita em Python/GTK para criar slideshow de papéis de parede para o Gnome.



Seu uso é bastante simples, basta selecionar as imagens, definir o tempo de transição, escolher um nome para refência do papel de parede, e clicar em confirmar (um v verde). Automaticamente seu papel de parede é alterado e seu slideshow já está funcionando.

Para instalar essa aplicação em seu Desktop OpenSuse, basta clicar no ícone do 1-ClickInstall abaixo e divirta-se.




Esse pacote está disponível tanto para 32 bits como para 64 bits.
Maiores detalhes sobre o software em http://www.obfuscatepenguin.net/crebs/

the avatar of Michael Löffler

/me is leaving

Moin,

after 7 years with SUSE and Novell I’ve chosen to change something in my life – and decided to accept a new job and will lay down my duties in the openSUSE project. I’ve been with the openSUSE project already prior to its launch in August 2005 and experienced a number of highs and lows. Overall the project  has been shaping up nicely, we reached a lot of our goals and the just passed openSUSE conference reflects this pretty well in my opinion.

Just to stop any rumours – I leave Novell because I found a new job in the trade show management area close to Nuremberg. Trade show management is where my expertise is and where I worked prior to coming to openSUSE. While I enjoyed the work at openSUSE, organizing the openSUSE conference meant doing what I really love and my new job will give me many more conferences and trade shows to plan and organise.  As I will leave Novell before the end of December the project needs a new openSUSE chairman who should serve until the openSUSE foundation is created.

Best wishes to the openSUSE project and the people behind it. I had a lot of fun over the past 7 years, met numerous outstanding people and learned a lot which will help me in my future life.

Best
Michael

the avatar of Martin Vidner

ruby-dbus 0.5.0 is a Gem with Errors

I have made a new release of ruby-dbus, a Ruby language binding for the D-Bus IPC system.
The main feature is a better binding of Ruby Exceptions to D-Bus Errors. See below for an excerpt of the documentation.
Perhaps more importantly, the library is now primarily packaged as a RubyGem (Issue#6). Also I converted the tutorial from Webgen to Markdown.
Bug fixes:
  • Don't pass file descriptors to subprocesses, they would not let go of the service name.
  • Fixed InterfaceElement::validate_name (Ticket#38, by Herwin Weststrate).
  • Fixed a typo in InvalidDestinationName description (Ticket#40).
RPMs can be found via openSUSE Build Service Search.

Errors

D-Bus calls can reply with an error instead of a return value. An error is translated to a Ruby exception.
begin
    network_manager.sleep
rescue DBus::Error => e
    puts e unless e.name == "org.freedesktop.NetworkManager.AlreadyAsleepOrAwake"
end

Replying with an error

To reply to a dbus_method with a D-Bus error, raise a DBus::Error, as constructed by the error convenience function:
raise DBus.error("org.example.Error.SeatOccupied"), "Seat #{seat} is occupied"
If the error name is not specified, the generic org.freedesktop.DBus.Error.Failed is used.
raise DBus.error, "Seat #{seat} is occupied"
raise DBus.error