Atualizações esporádicas - 6
Gerenciador de Pacotes Único para todas as distros
Desenvolvedores da RedHat, Fedora, Debina, Ubuntu, OpenSUsE, Mandriva e Mageia reuniram-se num escritório da SUsE em Nürnberg para discutir como implementar esse instalador universal referindo-se a uma AppStore.
A ideia de um formato de pacotes para todas as distribuições linux não é nenhuma novidade. Um dos maiores exemplos é a idéia dos arquivos FatELF de Ryan C. Gordon. Foram várias as reações em contrátio. Contudo um time formado por representantes de várias as distribuições mais tradicionais pensam em implementar "uma API e infraestrutura comum de instalação de aplicações". Esta é uma resposta à crença de que os usuários finais não estão preocupados como bibliotecas, dependências, compatibilidade e outros detalhes técnicos. Eles pensam que usuários somente se interessam por screenshots, descrições básicas, avaliações etc. A ideia é definir como uma ferramenta pode encontrar e instalar aplicações.
A ideia de Ryan "icculus" Gordon para criar arquivos de pacotes de software precisava que módulos de kernel, dependências, bibliotecas e softwares fossem todos incluídos é um grande pacote.
Ryan "icculus" Gordon's idea was to package software archives so that needed kernel modules, dependencies, libraries, and software files were all included in one larger package. Sua ideia era fornecer todas as arquiteturas para todas as distribuições. Ele explica "ele adiciona algumas informações de contabilidade no início do arquivo e depois inclui os binários ELF. FatELF permite incluir os binários em um único arquivo separados por OS ABI, versão do OS ABI, ordem de byte, tamanho da palavra, e o mais importante, arquitetura da CPU". Uma das principais ideias é que os pacotes de software devem ser bem semelhantes, da mesma forma que os instaladores de software Windows. Não demorou muito para a oposição suspender o projeto.
Mas a ideia está sendo retomada, de forma bem diferente. AppStream se baseia no Projeto Bretzn, que produz os pacotes para as várias arquiteturas e distribuições após o desenvolvedor enviar o código, publicar o pacote e enviar os anúncios de lançamento.
A equipe do AppStream considera o Ubuntu Software Center a interface ideal para o projeto e planeja migrá-lo para o PackageKit. Pensam em usar os servidores do Xapian para fornecer as buscas e o Open Collaboration Services para permitir as avaliações e revisões dos usuários. Metadados serão armazenados em servidores com as informações do pacote, localização de ícones, tipo e local do repositório entre outros. Um servidor extrai as informações do pacote de um arquivo .desktop (que as distribuições suportadas deverão fornecer para cada pacote) e a saída de todas as informações para um arquivo XML. A interface do AppStream será um Front-End para o PackageKit, que irá instruir o gerenciador de pacote da distribuição usada a instalar o pacote solicitado.
A diferença entre o FatELF e o AppStream é que o primeiro inclui todos os arquivos necessários para o pacote universal, enquanto que o segundo compila somente os metadados necessários para popular o instalador universal. Ele pode ser o principal ou único gerente gráfico de pacotes da maioria das distribuições, se desejar substituir (ou somado a), por exemplo, Synaptic ou RpmDrake da Mandriva
A meta principal é possuir uma experiência única de software para Linux como um todo, ou nas palavras da equipe da AppStream "para instalar e remover software no Linux".
Atualizações esporádicas - 5
Promovendo o uso do IPv6 no Brasil e no Mundo.
Testes IPv6
Quer saber se seu computador já opera com IPv6? Utilize este teste: http://test-ipv6.com.br ou http://www.wireshark.org/tools/v46status.html.
Quer saber se um site na internet já está usando o IPv6? Utilize este teste: http://validador.ipv6.br.
http://www.whoishostingthis.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
Venda da Novell e o projeto OpenSuse
Maiores detalhes aqui.
E o que o OpenSuse tem a ver com isso?
OpenSuse é um projeto comunitário em que milhares de programadores, designers, tradutores e diversos outros contribuidores colaboram com seu tempo e esforço sem nenhum retorno financeiro. Porém a Novell colabora com o projeto porque obtém retorno desse trabalho. Base do Suse Enterprise é o OpenSuse. A relação é semelhante ao RedHat/Fedora. O dinheiro investido pela Novell serve para produção de camisas, DVDs, hospedagem dos serviços, realização de conferências etc.
O que pode acontecer?
A Attachmate já se pronunciou oficialmente afirmando que não há mundaça na relação Suse/OpenSuse, conforme esse link.
Caso essa promessa não se cumpra, a comunidade pode seguir com as próprias pernas, talvez sinta um pouco de dificuldades no início, mas continuará viva. Tenha em mente que o OpenSuse não vai morrer.
Saiba mais aqui.
DTVi: TV Digital (HDTV) interativa no Brasil
Para permitir a interatividade, televisores digitais (HDTV) e conversores digitais (Set-Top-Box) devem dispor de capacidade para receber as aplicações e executá-las. No sistema brasileiro de televisão digital aberta, o SBTVD, os recursos de interatividade são definidos pelo padrão Ginga (middleware).
No Brasil os televisores e conversores digitais preparados para a interatividade deverão receber o selo DTVi.
Mais informações:
Sobre a TV Digital (HDTV): http://dtv.org.br/index.php/sobre-a-tv-digital/vantagens-da-tv-digital/
Sobre o DTVi: http://www.dtv.org.br/index.php/informacoes-tecnicas/interatividade-dtvi/
TV interativa: http://pt.wikipedia.org/wiki/TV_Interativa
DTV: http://www.dtv.org.br/
Fórum SBTVD: http://forumsbtvd.org.br/
Diferenças básicas entre as siglas DTV (sem a letra “i” no final) e o DTVi (com a letra “i” no final):
A sigla DTV (sem a letra “i” no final):
Quer dizer que a TV é digital (HDTV), mais não possui a letra “i” no final, em vermelho, a letra “i” no final, em vermelho, que dizer que não possui interatividade.
Resumindo: Os televisores digitais e conversores digitais, que possuem o selo com a sigla: DTV, suportam a TV digital (HDTV), mais não possuem interatividade.
A sigla DTVi (com a letra “i” no final):
Quer dizer que a TV é digital (HDTV), mais possui a letra “i” no final, em vermelho, a letra “i” no final, em vermelho, que dizer que possui interatividade.
Resumindo: Os televisores digitais e conversores digitais, que possuem o selo com a sigla: DTVi, suportam a TV digital (HDTV), mais possuem interatividade.
O DTVi é como se fosse uma TV por assinatura (paga), como a SKY HDTV, ou a Century MidiaBox SHD7100, pois possui HDTV e também possui a interatividade, mais a diferença é que a SKY HDTV você paga uma mensalidade, a Century MidiaBox SHD7050 você paga uma vez só, já o DTVi é de graça.
Quando for compra um televisor digital (HDTV) ou conversor digital (Set-Top-Box) agora, só compre se tiver o selo com a sigla DTVi:

Neste vídeo da Philips, é apresentado alguns recursos do DTVi:
O DTVi tem os recursos de Audiodescrição e Closed caption.
O DTVi também está presente em alguns celulares, veja o caso da Nokia: http://www.indt.org/projects/avancos-nas-pesquisas-relacionadas-a-plataforma-de-interatividade-ginga/
O futuro da televisão é o 3D que não tem necessidade de utilização dos óculos especiais, também conhecido como: Autostereoscopy, comercialmente conhecido como Auto 3D.
Um exemplo de Autostereoscopic 3D, que já está sendo comercializado pela Philips nos EUA:
http://www.usa.philips.com/c/
A Philips no Brasil (http://www.philips.com.br/c/cinema-21-9/17312/cat/
Essa sugestão vale para a Philips no Brasil e para outras empresas de eletroeletrônicos.
Avise se algum erro for encontrado nesse artigo.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
Tchau IPv4! Bem-vindo IPv6!
Isso é o que vai ocorrer em 2011, segundo estimativas de vários especialistas, quando haverá a substituição do IPv4 pelo o IPv6, isso vai ocorrer pelo o fato de está havendo um esgotamento na numeração do IPv4, com isso, será lançado o o IPv6, que substituirá o IPv4. O IPv6 apresenta uma nova numeração, alem disso, o IPv6 e muito mais moderno, completo e contém muito mais recursos. Com isso ocorrerá a mudança, onde o velho IPv4, vai ser substituído pelo o novo IPv6.
Mais informações: http://en.wikipedia.org/wiki/IPv6
Aproveitem e leiam a notícia: FCC: menos de 4 mbps não é banda larga (nos EUA). Para que o Brasil tenha uma Internet Banda Larga melhor.
Avise se algum erro for encontrado nesse artigo.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
Otimizando o desempenho: com o patch e sem o patch
Enviado por Marcelo Diotto (marceloΘdiotto·net):
Em seguida Lennart Poettering, um desenvolvedor da Red Hat, sugeriu uma pequena mudança no arquivo /etc/rc.local e no ~/.bashrc do usuário que realiza a mesma tarefa que o patch, sem a necessidade de recompilar o kernel. Veja como habilitar tais recursos (que não exigem alteração no kernel) no Ubuntu 10.10.” [referência: blog.coderepository.net]
Enviado por Felipe Silveira (felipessilveiraΘgmail·com):
Fonte: BR-Linux.org
Avise se algum erro for encontrado nesse artigo.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
Dica: Usando o i4l para criar instaladores de aplicativos para Linux
Hoje em dia isso é passado, e a instalação de programas no Linux se tornou algo até mesmo trivial. Tendo uma conexão com a internet, basta um simples comando, como "apt-get install
Contudo, ainda existe um caminho a galgar.
Usuários Windows estão muito acostumados com o paradigma NNF (next, next, finish) quando se trata de gerenciar aplicações. Além disso, estão acostumados a baixar por sua própria conta o instalador do aplicativo, que consiste em um único arquivo executável que contém todo o necessário para rodar o aplicativo.
No mundo GNU/Linux, as coisas são diferentes. O usuário não precisa abrir o navegador e nem entrar em site algum para baixar o instalador. O "instalador" vem dividido em partes, ou seja, um pacote principal e suas dependências. O comando de instalar o programa é o mesmo de baixar.
Essas diferenças, além de outras, como o fato dos arquivos de aplicativo ficarem espalhados pelo sistema afora, confunde usuários vindos do Windows ou do Mac. Esta diferença de paradigma não é um fator crucial para determinar o uso ou não de sistemas GNU/Linux, mas não deve ser desconsiderada.
Além disso, temos um problema clássico, a instalação de aplicativos em máquinas offline, que abordei em uma outra dica:
No intuito de criar um sistema de instalação de aplicativos onde todos os pacotes se encontrassem em um único arquivo, e onde fosse possível instalá-los em qualquer máquina offline, mesmo que esta jamais tivesse atualizado sua lista de pacotes do repositório, criei um projeto no sourceforge chamado i4l (installers for linux):
O i4l não é uma nova forma de gerenciador de pacotes. Ele é uma espécie de "wrapper" ao redor do apt. Um pacote criado com o i4l contém todos os pacotes deb necessários para instalar determinada aplicação em um sistema qualquer, mesmo em máquinas offline, onde a lista de pacotes do repositório nunca foi baixada.
O código é feito integralmente em shell script e a interface com o usuário é feita com o zenity, ou o xmessage caso o zenity não esteja disponível. Por enquanto, ele é compatível com as versões i386 dos seguintes sistemas: Ubuntu 10.10, 10.04, 9.10, 9.04, 8.04 e Debian Lenny.
É possível criar instaladores para qualquer aplicação disponível nos repositórios da distro. É possível também criar instaladores para uma distro alvo diferente daquela que você está usando para criar o instalador.
A seguir, darei as instruções de como utilizar o i4l para criar instaladores.
Primeiro, baixe o preparador do sistema (i4l-system-preparer.sh), disponível no sourceforge:
Em seguida, execute o arquivo e siga as instruções da tela. Ao fim do processo, o seu sistema estára pronto para criar instaladores.
Se você é do tipo cuidadoso, que não sai executando todo arquivo que baixa por aí, abra o arquivo no gedit ou outro editor de texto qualquer. Trata-se de um arquivo compactado com o bzip2 com um cabeçalho de shell-script, encarregado de extrair e executar o conteúdo do arquivo. Este arquivo compactado auto-extraível, assim como os instaladores do i4l, são todos gerados usando o makeself, disponível na seguinte página:
Se quiser somente extrair o conteúdo do pacote para ver o que tem dentro, execute-o no terminal com os parâmetros "--keep e --noexec". Isto criará uma pasta no diretório atual com todo o conteúdo do pacote. Isto também vale para os instaladores gerados com o i4l.
Após executado o preparador do sistema, se quiser, execute o comando i4l-set-target-system.sh para escolher o sistema alvo para o qual deseja criar instaladores.
Quando quiser criar um instalador, basta executar o comando:
# i4l-installer-creator.sh
para gerar um instalador, que será colocado no seu diretório home.
Note que
# i4l-installer-creator.sh gimp
# i4l-installer-creator.sh chromium-browser
# i4l-installer-creator.sh broffice.org
Conclusão
Meu objetivo maior, ao criar o i4l, foi desenvolver uma maneira fácil de instalar programas em máquinas offline. Além disso, ele se mostra útil para fazer backup de aplicativos, para aqueles que tem conexão lenta e não querem baixar um programa mais do que uma única vez.Existe também a possibilidade de usar o aptoncd para fazer backup de pacotes deb, contudo quando se trata de fazer backup de um único aplicativo, e não de uma coleção deles, o uso do i4l se mostra mais simples. De fato, inicialmente o i4l foi inspirado pelo aptoncd.
Agradeço muito tanto àqueles que criaram o aptoncd, e aos criadores do makeself, que uso para criar os pacotes auto-extraíveis.
O i4l ainda está em fase inicial, mas já é capaz de fazer aquilo que ele propõe: Criar instaladores de aplicativos para Linux.
Ficaria extremamente grato de receber críticas e sugestões daqueles que o utilizarem.
Pretendo, futuramente, aumentar o escopo do i4l para abranger sistemas baseados em pacotes rpm
No mesmo projeto do sourceforge, hospedei uma série de instaladores de aplicativos, para Ubuntu 10.10 e 10.04. Quem se sentir a vontade pode testa-los e me dizer o que achou.
Mandem as críticas e sugestões para:
gnumaru
Troquem o
Ficarei feliz se puder nortear o desenvolvimento do i4l com base nas sugestões dos usuários.
Fonte: Viva o Linux
Também foi noticiado no BR-Linux.org.
Avise se algum erro for encontrado nesse artigo.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
Parted Magic

Parted Magic exige pelo menos um processador i586 e 256 MB de RAM ou 128MB para operar no modo “Live”.
Características
* Formato interno e discos rígidos externos.* Mover, copiar, criar, apagar, expandir e encolher partições do disco rígido.
* Clone seu disco rígido, para criar um backup completo.
* Test drives rígidos para o fracasso iminente.
* Teste a memória de setores defeituosos.
* Benchmark seu computador para uma avaliação de desempenho.
* Firmemente apagar todo o disco rígido, limpando-o limpo de todos os dados.
* Dá acesso a sistemas não-boot que permite salvar dados importantes.
* Funciona a partir do CD, sem instalação requerida

Mais informações: http://partedmagic.com/
Fonte: NeoFenix – Ao Infinto e além!
Avise se algum erro for encontrado nesse artigo.
O conteúdo desse artigo pode ser modificado ou atualizado, por isso, visite essa página constantemente e mantenha-se atualizado.
