SCM/CI: Project Links and Better Handling of Disconnected Branches
A ilusão dos benchmarks: KPIs tradicionais não fazem sentido para medir LLMs
Vivemos uma corrida pela superioridade em Inteligência Artificial. A cada novo lançamento, modelos como GPT, Claude, Gemini, Llama e tantos outros são apresentados com gráficos impressionantes, rankings, percentuais e benchmarks que prometem provar qual sistema é “melhor”. Mas existe um problema central nessa lógica: LLMs não são softwares tradicionais.

Um sistema tradicional pode ser medido por métricas relativamente objetivas: tempo de resposta, disponibilidade, consumo de CPU, número de requisições por segundo, taxa de erro, custo por operação. Esses indicadores fazem sentido porque o comportamento esperado do software é mais estável, previsível e repetível.
Com LLMs, a realidade é diferente.
Uma IA generativa reconhece padrões, interpreta contexto, produz linguagem, raciocina de forma probabilística e pode errar mesmo quando parece confiante. O mesmo modelo pode responder muito bem a uma pergunta e falhar em outra aparentemente simples. Pode acertar um benchmark acadêmico e se perder em uma tarefa real de negócio. Pode gerar uma resposta tecnicamente correta, mas inútil para o usuário. Pode obedecer ao formato esperado, mas tomar uma decisão ruim.
Por isso, aplicar KPIs tradicionais e benchmarks como medida absoluta de qualidade em LLMs é perigoso.
Benchmarks são úteis como ponto de partida. Eles criam uma linguagem comum para comparar modelos em tarefas específicas. O problema começa quando passamos a tratar essas pontuações como sinônimo de inteligência, confiabilidade ou utilidade no mundo real.
Um modelo que alcança 82% em um benchmark não necessariamente terá 82% de qualidade na operação da sua empresa. Um modelo que vence em matemática pode não ser o melhor para atendimento ao cliente. Um modelo excelente em programação pode não ser o mais seguro para lidar com dados sensíveis. Um modelo rápido pode ser superficial. Um modelo barato pode sair caro quando erra.
Além disso, muitos benchmarks carregam um risco invisível: parte dos dados usados nos testes pode ter aparecido durante o treinamento dos modelos. Nesse caso, o resultado deixa de medir compreensão real e passa a medir memorização. O modelo não está necessariamente resolvendo um problema novo; ele pode estar apenas reproduzindo padrões que já viu antes.
Outro ponto ignorado em muitos comparativos é que nem todo benchmark com o mesmo nome mede a mesma coisa. Uma empresa pode divulgar que seu modelo fez uma pontuação alta em uma variante mais controlada de um teste, enquanto outra divulga resultado em uma versão mais difícil, com problemas reais, múltiplos arquivos e maior complexidade. Os números parecem comparáveis, mas não são.
É aí que o benchmark deixa de ser instrumento técnico e passa a ser ferramenta de marketing.
Cada fabricante tende a divulgar a métrica em que vence. Você dificilmente verá uma página oficial destacando onde o concorrente é superior. A consequência é previsível: o mercado passa a comparar números sem entender o contexto, a dificuldade, a metodologia ou a aplicação real daquele teste.
Esse é exatamente o ponto explicado pelo Teorema do Cabelo:
Teorema do Cabelo para LLMs:
Quando a realidade é comparada com uma medida, essa realidade é involuntariamente distorcida, manipulada e otimizada.
LLMs são estocásticos e não determinísticos. Nunca veremos na página de um fabricante de IAs que seu concorrente é melhor em algo.
No caso dos LLMs, quando uma métrica passa a definir o que é “melhor”, os modelos, os produtos e as empresas começam a ser otimizados para vencer essa métrica. Não necessariamente para resolver melhor problemas reais.
Quando uma métrica observa a realidade, ela pode ajudar.
Quando uma métrica governa a realidade, ela distorce.
Se uma empresa mede um agente de IA apenas por velocidade, pode acabar criando um agente rápido, barato e inútil.
Se mede apenas taxa de conclusão, o agente pode concluir tarefas erradas apenas para marcar o processo como finalizado.
Se mede apenas custo por chamada, pode escolher um modelo barato que exige retrabalho humano, aumenta risco operacional e reduz a qualidade final.
Se mede apenas conformidade de formato, pode receber um JSON perfeito contendo uma decisão ruim, uma análise fraca ou até um vazamento de dados.
O problema, portanto, não está em medir. O problema está em confundir a medida com a realidade.
Benchmarks e KPIs podem ser úteis como sinais muitos pequenos e parciais. Eles ajudam a observar aspectos específicos de um modelo: raciocínio matemático, geração de código, compreensão textual, aderência a instruções, velocidade, custo ou taxa de erro. Mas nenhum deles, isoladamente, representa a qualidade real de uma LLM em produção.
A pergunta correta não é: “Qual modelo tem o maior benchmark?”
A pergunta correta é: “Qual modelo resolve melhor o meu problema, no meu contexto, com os meus dados, meus riscos, meus usuários e meus critérios de qualidade?”
LLMs devem ser avaliadas por contexto, não por vaidade numérica.
Devem ser testadas em cenários reais, com dados reais, usuários reais, exceções reais e consequências reais. A avaliação precisa considerar qualidade da resposta, segurança, robustez, custo total, governança, privacidade, explicabilidade, consistência, aderência ao negócio e capacidade de lidar com erro.
Porque no mundo real, o objetivo não é vencer um ranking.
O objetivo é gerar valor.
O Teorema do Cabelo nos lembra que toda métrica é apenas uma sombra da realidade. Quando usamos a sombra para entender o objeto, ela pode ser útil. Mas quando passamos a perseguir a sombra como se ela fosse o objeto, perdemos a realidade.
É exatamente isso que acontece quando tratamos benchmarks de LLMs como verdade absoluta.
A IA não deve ser otimizada apenas para parecer inteligente em testes padronizados. Ela precisa ser útil, segura, confiável e alinhada ao propósito humano.
Benchmarks medem desempenho em provas.
O mundo real mede consequência.
E entre uma prova bem respondida e uma decisão correta em produção existe uma distância enorme.
Por isso, KPIs e benchmarks tradicionais não bastam para avaliar LLMs. Eles podem indicar caminhos, mas não podem governar decisões. Quando governam, distorcem. Quando viram objetivo, manipulam. Quando viram marketing, escondem a realidade.
Essa é a síntese do Teorema do Cabelo aplicado à Inteligência Artificial:
Toda métrica que tenta representar a realidade corre o risco de alterar a própria realidade que pretende medir.
E, em LLMs, esse risco não é detalhe técnico. É o centro do problema.
Para finalizar, não estou sozinho na linha de raciocínio, o SUPER Diego Nogare Consultor Executivo de IA & ML escreveu este texto complementar ao meu pensamento.
O texto fala sobre vivemos um dilúvio de relatórios sobre Inteligência Artificial. E muitos deles parecem dizer verdades diferentes. Enquanto alguns apontam adoção massiva e avanço acelerado rumo à AGI, outros mostram que a maturidade real das empresas ainda é baixa, com poucas organizações capazes de transformar IA em valor estratégico. A confusão nasce de metodologias, métricas e objetivos distintos: uso não é maturidade, hype não é estratégia e benchmark não é realidade. No fim, o desafio dos líderes não é descobrir qual relatório está certo, mas construir uma bússola própria para navegar nessa tempestade de informações e decidir qual verdade faz sentido para a sua organização.
Leia o texto na íntegra: https://diegonogare.net/2025/11/com-tantos-relatorios-de-ia-qual-verdade-voce-quer/
Sexta actualización de Plasma 6.6
Me alegra compartir con todos vosotros la sexta actualización de Plasma 6.6, iniciando así una serie de revisión de software que le dotará de más estabilidad, mejores traducción y resolución de errores. Estas actualizaciones son 100% recomendables y casi obligatorias para cualquier usuario ya que lo único que hacen es mejorar la versión sin comprometer sus funcionalidades.
Sexta actualización de Plasma 6.6
No existe Software creado por la humanidad que no contenga errores. Es un hecho incontestable y cuya única solución son las actualizaciones. Es por ello que en el ciclo de desarrollo del software creado por la Comunidad KDE se incluye siempre las fechas de las mismas siguiendo una especie de serie de Fibonacci.
Así que me congratula en presentar que hoy martes 7 de julio de 2026, casi dos meses después de liberar el código de Plasma 6.6 la Comunidad KDE presenta la sexta actualización de errores.
Por cierto, igual alguien no se la instala ya que la numerología popular no le suele dar buen augurio a dicho número pero que en realidad es más cosa del cine que de la realidad.

Más información: KDE
Las novedades generales de Plasma 6.6
Aprovecho para realizar un listado de las novedades generales de Plasma 6.6:
- Nuevo Teclado Virtual: Se estrena «Plasma Keyboard», un teclado en pantalla completamente renovado y mejorado para dispositivos táctiles.
- OCR en Spectacle: La herramienta de capturas de pantalla ahora puede reconocer y extraer texto de las imágenes capturadas.
- Plasma Setup: Un nuevo asistente de configuración inicial que permite crear cuentas de usuario y configurar la red de forma independiente al proceso de instalación del sistema.
- Temas Globales Propios: Ahora puedes convertir tu configuración actual en un «Tema Global» personalizado, que además es compatible con el cambio automático entre modo día y noche.
- Intensidad de color: Posibilidad de ajustar la intensidad del color de los cuadros de las ventanas.
-
Selector de emojis: Nuevo selector de tonos de piel para los emojis (
Meta+.). - Conexión por QR: Si tienes una cámara, puedes conectarte a redes Wi-Fi escaneando códigos QR.
- Control de volumen rápido: Puedes ajustar el volumen de una aplicación específica pasando el puntero sobre su icono en el gestor de tareas y usando la rueda del ratón.
- Lista de ventanas: Nueva opción para abrir la lista al pasar el ratón (Open on hover) y filtrado de ventanas por actividad o escritorio.
-
Propiedades rápidas: Manteniendo
Alty haciendo doble clic en un archivo del escritorio se abren sus propiedades. - Filtros para Daltonismo: Se añade un filtro de escala de grises, sumando un total de 4 filtros para diferentes tipos de deficiencia visual.
- Modo de seguimiento en Lupa: Nuevo modo que mantiene el puntero siempre centrado en la pantalla mientras se usa el zoom.
- Mejoras en Wayland: Soporte para «Teclas lentas» (Slow Keys) y ajuste estándar de «Movimiento reducido».
- Escritorios Virtuales: Posibilidad de tener escritorios virtuales solo en la pantalla principal.
- Gestión de Energía: Brillo de pantalla automático para dispositivos con sensores de luz ambiental.
- Gaming: Soporte opcional para usar mandos de juegos como dispositivos de entrada comunes (ratón/teclado).
- Monitor del Sistema: Ahora permite elegir la prioridad de los procesos.
- Animaciones: Mayor fluidez en pantallas con altas tasas de refresco.
La entrada Sexta actualización de Plasma 6.6 se publicó primero en KDE Blog.
Support of XBOOTLDR in openSUSE
More Space
openSUSE moved to BLS some time ago using the bootloaders systemd-boot and GRUB2-BLS that nowadays is mostly a repackaging of the traditional GRUB2, as the main patches are already merged since 2.16.
This decision also required more space in the ESP partition, as now the kernel and initrds of all snapshots are stored in /boot/efi/$TOKEN, where $TOKEN can be the machine-id, opensuse-tumbleweed or opensuse-microos, depending on the installation. For new installations, this is not a problem since the installer (YaST or Agama) will recommend a large (1 GB) partition; for older installations, the migration can be problematic, to the extreme that if the partition cannot be resized. It is advisable to keep the old GRUB2-EFI bootloader.
But if we decide to use systemd-boot, there is a escape hatch: XBOOTLDR
A New Partition
XBOOTLDR is a new partition that can live anywhere in the disk. The ESP has some limitations in that regard, and usually is the first partition in the system. If present, systemd-boot will look for the menu entries and the kernel / initrds in there, freeing the ESP of that responsibility.
The file system of this partition needs to be also FAT32, like the ESP as this is a limitation of the UEFI, and during the creation needs have a specific GPT identifier (GUID). With fsdisk, we can create a new partition and assign the type 142 or xbootldr; this will assign the correct GUID into the partition table and systemd-boot will recognize it.
Mount Points
Because of this new partition, the mount points needs to change too. As commented, the traditional place where openSUSE put the ESP is in /boot/efi but now we have two places. The UAPI recommendation is to have always the boot entries and the kernel in /boot, and only if there is a separated partition for the boot loader, then this will be placed in /efi. Because this is the case now, we will need to update out /etc/fstab:
UUID=4165-E891 /efi vfat utf8,dmask=0077,noexec,nodev,nosuid,nosymfollow 0 2
UUID=414C-528C /boot vfat utf8,dmask=0077,noexec,nodev,nosuid,nosymfollow 0 2
Change the UUID to point to the correct device.
sdbootutil can find both partitions and write in the correct place now, depending if we are updating the bootloader or adding new entries.
Now we can move the boot entries and the kernel directories, both placed in the old /boot/efi/loader path. We can manually move it into the new partition, just keep loader/random-seed and loader/loader.conf in the old place, but the rest of the loader/ directory can be moved.
More information about a more detailed description can be found in the following section:
Further Documentation
Plasmoide para mostrar la información de Meteoclimatic en el escritorio Plasma de #KDE
He creado un plasmoide para el escritorio Plasma 6 de KDE en el que podremos añadir el feed de una estación metereológica de Meteoclimatic y mostrarla en nuestro escritorio

Corría el año 2016 y ya publiqué un artículo en el que valiéndonos del plasmoide simple rss reader, podíamos suscribirnos a los feeds de la estación metereológica que estuviera en Meteoclimatic y mostrar la información en el escritorio.
10 años después, y con la ayuda de la IA para modificar el código (en el que me ha costado que haga cosas y no rompa otras que funcionaban) he creado mi primer plasmoide, que básicamente se centra en mostrar un feed de una estación metereológica de Meteoclimatic, pero en el que podremos configurar varios aspectos del plasmoide para que se integre en nuestro escritorio.
Atendiendo a su propia definición podemos decir que:
Meteoclimatic es una gran red de estaciones meteorológicas automáticas no profesionales en tiempo real y un importante directorio de recursos meteorológicos. Si tienes una estación automática y deseas compartir tus datos, te invitamos a participar en Meteoclimatic. Entre todas las estaciones haremos de Meteoclimatic un lugar útil para consultar los datos de tu observatorio y seguir el tiempo y el clima de todos los observatorios del ámbito de cobertura de Meteoclimatic: Península Ibérica, los dos archipiélagos, sur de Francia y la África cercana al Estrecho de Gibraltar.
Es decir, un sitio web donde se aglutinan personas que gestionan estaciones metereológicas propias y no profesionales (porque no se dedican a eso, pero que las hay «muy pro») donde comparten y se pueden consultar los datos que recogen esas estaciones para consulta del tiempo. Lo más idóneo es tener una estación lo más cercana posible a donde vives y añadir sus feeds al plasmoide.
Uno se puede suscribir a los datos de la estación deseada mediante sus feeds, y es ahí donde entra en juego mi primer plasmoide.
Hasta ahora utilizaba un plasmoide genérico para leer varias fuents feeds y cumplía bien su cometido. Pero simpre había querido que el plasmoide que utilizaba permitiera cambiar el tamaño de la fuente tipográfica utilizada, su color, permitir mostrar o no el fondo del plasmoide, y algún otro ajuste más.
Gracias a la ayuda de una inteligencia generativa, me permitió el poder hacer esas modificaciones del código para que se pudieran configurar esos aspectos del plasmoide. El resultado es este, mi primer plasmoide, que muestra los datos de la estación configurada.
El código está en un repositorio git hospedado en Codeberg que puedes encontrar en este enlace:
Cómo instalarlo
Puedes clonar el repositorio completo y después copiar la carpeta Meteoclimatic.feeds y todo su contenido que está dentro de la carpeta general que también contiene la licencia y el README dentro de la ruta: ~/.local/share/plasma/plasmoids
# Dentro de la ruta Git/Meteoclimatic_feeds ejecutamos
cp -r Meteoclimatic.feeds/ ~/.local/share/plasma/plasmoids/
Una vez dentro, entras en modo configuración en tu escritorio Plasma de KDE, pulsando con el botón derecho encima de un espacio libre del escritorio y añades un elemento gráfico. De la lista seleccionas Meteoclimatic.feeds y lo arrastras al escritorio y ya está.
Ahora pulsas sobre él y lo arrastras, lo amplías y lo pones en la ubicación que quieras. Con botón derecho sobre el plasmoide seleccionas configurar y entras en el apartado de configuración.
De manera predeterminada está configurado con un feed de una estación de Madrid, para cambiar eso, puedes pulsar sobre el botón que abre Meteoclimatic, escoger en su web la estación que te interese y copiar la url de su feed que está en el icono de RSS (ya sabes ese que parece unas ondas sobre un fondo naranja muy característico.
Tendría que tener un aspecto similar a esto:
http://meteoclimatic.net/feed/rss/ESMAD2800000028046C
Copiada la url, vuelves a tu escritorio, pegas la URL y ya está. Puedes aprovechar para cambiar otros aspectos como el tamaño o color de la fuente, la opacidad del texto, mostrar o no el fondo del plasmoide, etc.
He hecho varias pruebas y no ha habido problemas y he ido corrigiendo algunas cosas, aunque quedarán otras que implementar o mejorar, pero de momento es funcional y a mí me gusta (aunque hay ciertos retoques que pulir que no me han funcionado, así que he vuelto a la configuración actual).
Si te animas a probarlo me gustará saber tu opinión, compártela en los comentarios.

Mejoras para las impresoras en Plasma 6.7
El pasado 16 de junio fue lanzado Plasma 6.7. Es hora de empezar las obligatorias entradas para recopilar cuáles han sido las buenas nuevas que nos ofrece esta nueva iteración de nuestro entorno de trabajo favorito. Empezamos con los plasmoides y hoy toca hablar de las mejoras para las impresoras en Plasma 6.7, a ver si mejoramos con estos dispositivos que tantos dolores de cabeza.
Mejoras para las impresoras en Plasma 6.7
La relación los sistemas operativos libres y las impresoras siempre ha sido complicada, aunque si lo pensamos, si no fuera por esos inconvenientes igual Richard Stallman no hubiera iniciado el movimiento del Software Libre.
Y es que en realidad, las impresoras y su integración con Linux es uno de las barreras que debemos de romper dado que es frecuente que sea complicado poner los drivers o que se desconfiguren o que tengamos problemas al sacarles el máximo provecho.
Es por ello que cualquier movimiento en aras de que dicha relación sea más fluida es bienvenida, algo que los desarrolladores de Plasma lo tienen en consideración y están dedicando parte de su trabajo en solucionarlo, al menos a la parte de interacción con ellas que el sistema les permita.
Para empezar la compatibilidad con la impresión en plasma sigue mejorando. Ahora, el icono de la Bandeja del sistema para impresoras muestra el número de trabajos activos en un pequeño indicador.

Por otra parte, en el ámbito empresarial, Plasma 6.7 facilita considerablemente la conexión a impresoras compartidas en redes Windows, y una nueva herramienta de gestión de colas de impresión ofrece más potencia que nunca a quienes gestionan varias impresoras de uso frecuente (sin dejar de ser lo suficientemente sencilla y comprensible también para uso doméstico).

Las novedades generales de Plasma 6.7
Aprovecho para realizar un listado de las novedades generales de Plasma 6.7:
- Escritorios virtuales por pantalla: Ahora es posible configurar escritorios virtuales de forma independiente para cada monitor.
- Prueba del volumen del micrófono: Se ha añadido una herramienta para comprobar los niveles de entrada de audio, facilitando el diagnóstico de problemas con el micrófono.
- Caracteres especiales en teclado virtual: Al usar el teclado virtual, es posible mantener pulsada una tecla para acceder a los caracteres especiales asociados a ella.
- Interruptor rápido de temas: Se incluye un nuevo control para cambiar instantáneamente entre los temas globales claros y oscuros.
- Calendario lunar vietnamita: Se ha integrado este calendario en el sistema para permitir su uso junto al gregoriano.
- Mejora en «Aplicaciones en segundo plano»: La bandeja del sistema ahora muestra también las aplicaciones que utilizan el sistema de segundo plano moderno, frecuente en paquetes Flatpak.
- Monitorización de impresión: El icono de la bandeja del sistema para impresoras ahora muestra una placa indicando el número de trabajos activos.
- Gestión de colas de impresión: Se ha introducido una nueva herramienta para gestionar colas de impresión, diseñada tanto para un uso doméstico sencillo como para la gestión avanzada de múltiples impresoras.
-
Acceso rápido a escritorios en Vista general: Desde la Vista general (
Meta+W), ahora es posible cambiar entre escritorios virtuales usando el ratón o las teclasRePágyAvPág. - Favoritos por arrastrar y soltar: Se ha simplificado la gestión de favoritos en los lanzadores y menús de aplicaciones mediante la función de arrastrar y soltar.
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Concurso de dibujo Krita de julio 2026 #KritaChallenge
Casi siempre pasa lo mismo, escribes de un tema y sale otro relacionado que creo que conviene promocionar. Os presento el concurso de dibujo Krita de julio 2026, una tradición que lleva muchos meses, bueno años, en marcha que consiste en proponer un reto y que los participantes creen una ilustración que responda al mismo. Vamos a darle algo de promoción.
Concurso de dibujo Krita de julio 2026
Un mes más, y van muchísimos dado que el primero que he localizado es de diciembre de 2019, está en marcha el concurso de dibujo de Krita de este caluroso mes de julio de 2026.
El tema de este mes es «Un amigo imaginario», creado por @Paint4Thought dado que aunque el mes pasado miembros de K-A votaron las imágenes de @Elixiah para el 1.º y 2.º puesto, y ella tuvo la amabilidad de ceder el premio de diseñar el siguiente reto a @Paint4Thought.
De esta forma «Un amigo imaginario» te invita a crear una escena donde se muestre a ese amigo en el ambiente que desees: alegre, triste, melancólico, tonto, etc.
Opcionalmente, coloca el(los) personaje(s) en un contexto bien desarrollado. En otras palabras, haz que el entorno contribuya a la historia que está tratando de contar.

Reglas básica del concurso mensual de Krita
Es bueno tener claro cuáles son las normas básicas de este concurso de Krita, la cuales son las siguientes:
Características técnicas
- La composición debe crearse desde cero y debe ser tuya, no una copia exacta de otra persona o de algún otro lugar. Si utilizas una foto de referencia tomada por alguien que no seas tú, asegúrate de que la licencia permite su uso e incluye un crédito a la persona fotógrafa en tu participación. No se permiten paint-over ni calcar.
- El photobashing solo está permitido cuando se especifica explícitamente en el tema.
- La obra debe estar hecha al menos en un 90% con Krita. Ejemplo: bases 3D creadas en Blender (u otra aplicación que no use IA) están permitidas siempre que tú hayas creado la escena 3D.
- El tema cambia cada mes. Tu participación debe estar de algún modo relacionada con el tema. Si es posible, añade unas líneas explicando tu idea y tu imagen.
- No se permiten imágenes generadas por IA, ni siquiera un uso parcial de IA para ideas de composición o paint-over. Es injusto para quienes dibujan desde cero.
- Puedes publicar un máximo de 3 participaciones y también editarlas hasta la fecha límite.
- Para que la imagen pueda aparecer como destacada, las participaciones deben ser aptas para todo público, así que evita cualquier contenido NSFW o controvertido. Los moderadores pueden, a su discreción, descalificar la imagen del concurso con previo aviso. Por supuesto, se dará a la persona artista la oportunidad de enviar una imagen alternativa o cambiarla hasta la fecha límite.
- Por favor, no publiques tus participaciones en ninguna otra categoría de Krita-Artists hasta que la votación haya terminado y se haya declarado a la persona ganadora.
¿Cómo participar?
- Publica cada participación como respuesta en el hilo correspondiente al reto mensual: una imagen por mensaje.
- Las participaciones se aceptarán hasta el final del mes correspondiente, normalmente hasta las 20:00; en ese momento, el tema se cerrará automáticamente. Puedes comprobar cuánto tiempo queda al final del hilo.
Proceso de votación
- Al final del período del reto realizaremos una encuesta. Cada participación se votará de forma individual. La obra con el porcentaje más alto de votos será la ganadora.
Premio
- La obra ganadora se mostrará en esta web en la fila de obras destacadas y la persona ganadora tendrá el privilegio de elegir el siguiente tema a su gusto. Si la persona ganadora no está disponible o localizable, se pedirá al segundo puesto que proponga el tema y el reto. La persona ganadora también recibirá la insignia de Ganador del Concurso de Arte Mensual.
Por favor, ayuda a difundir este reto artístico publicando tu obra en distintas redes sociales con el hashtag #KritaChallenge. Si es posible, incluye un enlace a la publicación del foro.
El ganador del mes de junio de 2026 fue Elixiah con “Something Unexpected 2«, una creación realmente inesperada:

P. D.: Ten en cuenta que podemos cambiar las reglas y modificar el formato en función de los comentarios sobre este concurso. Cualquier sugerencia es bienvenida. Para enviar comentarios, crea un nuevo tema en la categoría Site Feedback (Comentarios sobre el sitio).
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Nueva actualización de Tellico
Una de las aplicaciones que utilizo de forma recurrente y que creo que se promociona poco es Tellico, un organizador de colecciones de KDE que en realidad es un fabuloso editor bases de datos para usuarios que no dominan este tipo de estructuras. Es por ello que estoy interesado en su desarrollo y me complace anunciar que ha tenemos entre nosotros una nueva actualización de Tellico, la 4.2.1, que viene carga de novedades.
Nueva actualización de Tellico
Desde el lanzamiento de Tellico 4.0 en septiembre de 2024, esta aplicación ha evolucionado principalmente hacia la consolidación de la arquitectura Qt6/KDE Frameworks 6, al tiempo que va mejorando en la automatización de datos y su soporte multiplataforma.
El pasado 3 de julio fue anunciada su versión más reciente, la 4.2.1, que sigue añadiendo cambios y novedades mostrando el buen estado de esta magnifica aplicación. Veamos en detalle qué cosas se han mejorado:
- Añadido un argumento de obtención de datos definido por el usuario (Error 516055).
- Se han actualizado las fuentes de datos de Google Scholar y Colnect.
- Se ha actualizado la fuente de datos de Google Books (Error 522095).
- Se ha actualizado la fuente de datos externa para permitir que el usuario interrumpa o finalice el proceso (Error 516057).
- Ahora se permiten múltiples valores de ISBN (Error 521157).
- Se ha actualizado la plantilla de Álbum para ocultar las tablas de pistas vacías y aprovechar la información de los préstamos.
- Se ha aumentado el límite mínimo de memoria del lector de imágenes.
Más información: Tellico
¿Qué es tellico?

Cuando me inicié en el mundo de KDE, uno de los programas que más me llamaron la atención fue Tellico, un excelente gestor de colecciones que te permite personalizar los campos de una forma sencilla, práctica y rápida. Empecé a utilizarlo para organizar mi colección de libros, de cómics, de películas en DVD, etc.
Lamentablemente, mi vida se fue complicando y mi tiempo para organizar cosas desapareciendo, así que perdí de vista al magnífico programa de Robby Stephenson y dejé de utilizarlos. Hace un par de años lo volví a utilizar para llevar el control de miembros de KDE España y de mis alumnos de TFG, con excelentes resultados.

En resumidas cuentas, Tellico es el organizador definitivo de cualquier tipo de colecciones. La aplicación incorpora de serie algunos tipos de colecciones como libros, películas cómics juegos, sellos, vinos, etc., eso si, estas colecciones son editables, es decir, tienes la posibilidad de cambiar, borrar o añadir campos.
Más información: Tellico
-
Nueva actualización de TellicoUna de las aplicaciones que utilizo de forma recurrente y que creo que se promociona poco es Tellico, un organizador… Lee más: Nueva actualización de Tellico
-
Reloj retro LCD 7-Segment Clock – Plasmoides para Plasma 6 (34)Calendario original para tu escritorio, Almanac Asimetric – Plasmoides para Plasma 6 (2)
-
Reloj meteorológico completo con Mike TimeStats – Plasmoides para Plasma 6 (33)Calendario original para tu escritorio, Almanac Asimetric – Plasmoides para Plasma 6 (2)
La entrada Nueva actualización de Tellico se publicó primero en KDE Blog.
The Machinist
I couldn't remember something for weeks. It popped into my head during a run — a relief, even though the memory itself was not pleasant. This episode of my flaky mind reminded me of this movie.
I won't give you even a hint of what the movie is about. The strength of it is not the premise, but the mood, the superb acting and Christian Bale's physical dedication to the role impressed me, alongside a cast of wonderfully weird characters and ominous presence of giant spinning machines. If you somehow missed the movie, give it a go. It's one of those that keep coming back to you.
GSoC Update 1: Can SVG Build Badges Update Themselves?
One of the initial goals of the project was to explore whether the SVG build
results generated by obs-status-service could become interactive and update
in real time. In particular, I wanted to determine whether an SVG embedded in a
Gitea README or comment in a PR could use JavaScript to request fresh OBS
results without requiring the user to reload the page.
Testing JavaScript Inside SVG
To verify the browser behavior, I created a small test repository containing an SVG clock. The file includes a JavaScript timer that updates the displayed date and time every second, making it immediately clear whether the script has been executed.
I tested the same SVG in several embedding contexts:
| Context | JavaScript |
|---|---|
| SVG opened directly | Runs |
SVG embedded with <object>
|
Runs |
SVG embedded with <iframe>
|
Runs |
SVG embedded with <img>
|
Does not run |
SVG included with Markdown and rendered as <img>
|
Does not run |
SVG included with Markdown and rendered as <object>
|
Runs |
The important distinction is not whether SVG supports JavaScript, because it does. The restriction depends on how the browser loads the file.
When SVG is used as an image, browsers apply a restricted processing mode for security and privacy reasons. In this context, scripts and external resources are disabled. This behavior is documented by MDN’s guide to SVG as an image and by the SVG 2 conformance rules, which describe the secure image processing modes.
Gitea’s Rendering Makes the Difference
The CommonMark image specification
defines Markdown images as HTML img elements. My first test used an SVG stored
in the same repository, and Gitea kept it as img, so the script did not run.
Daniel later observed a different case on src.opensuse.org: an HTTPS SVG
badge served from the openSUSE infrastructure was embedded as an object and
did update after its 30-second timer. That distinction matters because scripts
are disabled in img, but can run when the SVG is loaded as an object.
The live
obs-git-explorer badge
confirms the second case. It is served as image/svg+xml, contains a
setInterval that runs every 30 seconds, fetches fresh results from the same
gitexplorer.opensuse.org origin, and updates its text and colors.
This also limits theme integration. An SVG image may use
prefers-color-scheme to follow the browser or operating-system preference, but
an externally loaded SVG still cannot directly reuse Gitea’s page CSS.
Implications for obs-status-service
This means live updates may be possible for obs-status-service, but only if
Gitea embeds the generated badge as object.
The practical approach would be simple:
- Serve the visible badge as SVG.
- Let the SVG JavaScript fetch the equivalent
.jsonURL. - Update the badge text and colors from that JSON response.
If Gitea keeps the badge as img, the SVG remains static and server-side
rendering is still the fallback. The key conclusion is that Markdown syntax is
not enough to decide this; the final DOM matters: img is static, while
object can support a self-updating SVG.


